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Nota do resenhista[rating=5] Will achou que estava mergulhando para sua morte. Mas seu papel nessa história ainda não acabou. Ao descobrir que existe ainda muita coisa a ser descoberta bem mais fundo na Terra, ele e seus amigos enfrentam novos perigos. Além da sua irmã nojenta, que não parece desistir de caçá-lo.



   Tempo: para ler em uma semana.

   Finalidade: para ficar na ponta da cadeira.

   Restrição: para quem não gosta de muitos detalhes e descrições.

   Princípios ativos: Mistério, Escavações, Subterrâneo, Aventura, Ficção.


Vertigens, de Roderick Gordon e Brian Williams.

Will ainda não acredita no que aconteceu. Ele e Chester encontram Elliot, que está bastante machucada. Após dar adeus ao seu irmão, eles acabam encontrando outra fugitiva: Martha, que os ajuda e os leva para a cabana onde vive. Lá, ela cuida de Elliot, mas teme que a menina não sobreviva. Will ainda não esqueceu o Dominion e o plano das gêmeas de acabar com as pessoas na Crosta. Enquanto isso. Dr. Burrows encontra as gêmeas e descobre uma parte da história toda. Na Crosta, a sra. Burrows se empenha em descobrir o paradeiro do marido e dos filhos. Ela acaba tendo ajuda de Drake. De volta ao Dr. Burrows, ele encontra Will, ao mesmo tempo em que o menino descobre que foi novamente enganado pelas gêmeas. Forçado a se separar de Chester, Martha e Elliot, ele e o pai conseguem voltar pra Crosta e explicam toda a verdade para a sra. Burrows. Novas despedidas, torturas piores, um passado descoberto e, enfim, o castigo merecido deixam Will viver um tempo de repouso. Mas nada está tão calmo quanto parece.

Depois de Profundezas, eu fiquei louca para ler Vertigens. Logo pela capa, dá para perceber que o que eu esperava que acontecesse não acontece realmente. Mesmo assim, eu fui logo ler, ainda sem acreditar no final do livro anterior. Depois de me acostumar com a situação, comecei a apreciar a leitura. Uma coisa que me irritou na história foi o fanatismo do Dr. Burrows em receber os créditos por todas as descobertas que hava feito. Torci muito para ele levar farelo, principalmente quando ele não acreditava que os Styx eram uma ameaça verdadeira, sempre perdido em devaneios. De resto, eu gostei. Fiquei meio confusa com o final, porque mesmo sabendo que a calmaria não iria durar (já que ainda tenho 3 livros pra ler da série), eu não imaginava que mais algum problema poderia acontecer. Simples engano. Totalmente recomendo.

 

 

Resenhado por Natallie Alcantara.

 

588 páginas, Editora Rocco Jovens Leitores, publicado em 2012.

*Título original: Freefall.

*Tradução: Ryta Vinagre.

Nota do resenhista: [rating=5] Os grandes clássicos estão aí para serem lidos. Apesar da grande variedade literária que existe hoje em dia, sempre podemos nos voltar para aqueles grandes livros e tirarmos lições deles. Principalmente, podemos aprender com seus personagens. Lizzy Bennet e Jane Eyre são algumas heroínas que podem nos ensinar a ser nós mesmas, não importa a adversidade que enfrentarmos.



   Tempo:  Para ler de um tiro só no final de semana.

   Finalidade:  Para refletir.

   Restrição:  Para quem não gosta de clássicos.

   Princípios ativos:  Clássicos, romances, heroínas, autoras, lições de vida



Lições de vida das grandes heroínas da literatura, de Erin Blakemore.

Lizzy Bennet, Janie Crawford, Anne Shirley, Celie, Francie Nolan, Claudine, Scarlett O’Hara, Scout Finch, Laura Ingalls, Jane Eyre, Jo March, Mary Lennox. O que todas essas heroínas têm em comum? Além do fato de serem heroínas literárias, são personagens quem tem muito a nos ensinar, através de suas fraquezas, problemas, angústias, felicidades e escolhas. Cada uma delas,de alguma forma, espelhando as vidas de suas respectivas autoras.

Erin Blakemore utiliza as vidas das autoras e suas personagens para nos servir de inspiração e modelos femininos de conduta e sentimento frente as adversidades da vida. Através da vida de cada uma destas heroínas literárias, as mulheres atuais podem se inspirar e valorizar suas famílias e personalidades. Um livro muito indicado, não só porque mostra a vida das escritoras, mas porque mostra a força e as lições que ainda hoje podem ser tiradas dos clássicos.

Resenhado por Natallie Alcantara

205 páginas, Editora Casa da Palavra, publicado em 2012.
*Título original: The heroines’s bookshelf.

Nota do resenhista: [rating=2] Comprei esse livro na bienal RJ em 2013 pois o título me chamou muito a atenção e era um dos lançamentos da editora. Como só tinha ligo 50 tons de cinza, que segue essa linha Hot, resolvi dar uma chance a outro livro. Quando vi que o leitor é quem decide o destino da personagem me interessei mais ainda.



   Tempo:  Para ler em menos de um dia.

   Finalidade:  Para quem gosta de livros Hot.

   Restrição:  Para quem não gosta de de livros Hot.

   Princípios ativos: Erotismo.



Quando uma garota entra em um bar, de Helena S. Paige.

Comprei esse livro na Bienal do Rio de Janeiro2013. O titulo e a capa me chamaram atenção, mas de cara não imaginei que fosse erótico (sim, é erótico ), mas é um erótico muito suave ,simples – nada de 50 tons de cinza.

O livro é legal, pois você decide o que vai acontecer com a personagem, cada decisão leva a um caminho diferente, o que faz com que o leitor leia todo o livro e releia fazendo outros caminhos, o que o diferencia da maioria dos livros – E só isso é legal! Uma leitura fácil, rápida e nada de muito ofegante.

É narrado como se fosse a própria personagem contando, porém não tem nome e muito menos idade. Na maioria dos momentos o texto se refere ao leitor – o que o traz para o livro, no entanto uma tentativa meio fraca de fazer o leitor sentir o que a personagem sente. Curiosa de carteirinha, fiz os caminhos que sabia que iam ser mais “calientes”, me decepcionando por não ser tão “ caliente” assim. Não entregarei quotes pois isso pode entregar o futuro da história.

Livros eróticos não fazem meu estilo, mas não encontrei nada diferente nesse livro. Coisas normais no sexo quando estamos dispostos a viver experiências selvagens. Nada pesado, somente a curiosidade é decidir o que vai acontecer com a personagem. Li ele em menos de 2 horas fazendo todos os caminhos, o que me mostrou ser uma leitura super rápida. Não sei se recomendo, mas é ótimo para quem quer sair da rotina literária.

Resenhado por [Mariana Bittencourt]

238 páginas, Editora Novo Conceito, publicado em ano 2013.
*Título Original: A girls walks into a bar
Tradução: Robson Falchetti Peixoto

Nota do resenhista: [rating=5] A busca de Will por seu pai continua. Junto a Chester e Cal, ele agora se encontra na Grande Planície, onde o maior desafio é ficar vivo. Os Styx ainda estão na sua cola, e agora conseguiram uma aliada implacável. Mas os meninos também conseguem ajuda, e quando acham que conseguiram escapar, a odiosa irmã de Will traz uma surpresa desagradável….




   Tempo:  Para ler em uma emana.

   Finalidade:  Para ficar na ponta da cadeira.

   Restrição:  Para quem não gosta de muitos detalhes e descrições.

   Princípios ativos: Mistério, Escavações, Subterrâneo, Aventura, Ficção.



Profundezas, de Roderick Gordon e Brian Williams.

O livro começa, diferentemente de como se poderia imaginar, mostrando Sarah Jerome, uma fugitiva da Colônia. Mas logo voltamos a Cal, Chester e Will no trem dos mineradores, em direção às profundezas, mas especificamente, em direção ao Desterro, Will com a idéia fixa de que ainda pode encontrar Dr. Burrows, seu pai, vivo. Aliás, ele reaparece, fazendo anotações sobre tudo que encontra pela frente, delirando (praticamente) com o esperado reconhecimento científico pelas suas descobertas. Voltando a superfície, damos de cara com a Sra. Burrows e o que ela anda fazendo durante seu período de internação. O tempo corre, já fazem meses que sua família foi separada, e ela não faz idéia do que aconteceu com todos. Voltando aos meninos, eles ainda lutam para fugir dos Styx e acabam encontrando ajuda pelo caminho na forma de Drake e Elliot. As coisas não andavam bem entre Chester e Cal, e agora o relacionamento entre Will e seu amigo também começa a piorar. Mas a reviravolta na história está ainda para acontecer, quando Will descobre mais sobre sua suposta irmã Rebecca. O que acontece depois ninguém poderia prever.

Se você gostou do primeiro livro dessa série, vai adorar esse. Surpresas do início ao fim. Muito mais detalhes e descrições, muitas aventuras e um final de tirar o fôlego (e de fazer chorar também). Confesso que fiquei meio perdida com as muitas descrições, as quais sou péssima pra imaginar (vou deixar por conta do filme me ajudar a visualizar os locais, o qual vai acontecer, se Deus quiser, se o primeiro filme fizer sucesso, o que vai acontecer, se Deus quiser). E também fiquei surpresa com a reviravolta no final. Na verdade fiquei louca com aquele final. Eu cometi a grande besteira de ler algumas páginas do final do livro antes e me conformei, depois da surpresa. Mas eu não sabia o que vinha antes dessas páginas… Algo que eu sequer imaginava. E ainda não me conformo, mesmo já estando lendo o terceiro e vendo que aquilo aconteceu mesmo. Enfim. Como o primeiro livro, eu totalmente recomendo.

Resenhado por Natallie Alcantara

689 páginas, Editora Rocco Jovens Leitores, publicado em 2009.
*Título original: Deeper.
*Tradução: Ryta Vinagre.

Nota do resenhista: [rating=5] Quem disse que os livros não têm nada para nos ensinar está completamente enganado. Mesmo livros de escritores mortos há séculos. Suas lições estão lá, basta ler com atenção. Por isso sou fã de Jane Austen: seus romances me ensinam muito, até hoje. Querem saber o que? Leiam esse relato.




   Tempo:  Para ler de um tiro só no final de semana.

   Finalidade:  Para se divertir e refletir.

   Restrição:  Para quem não gosta de Jane Austen.

   Princípios ativos: Jane Austen, romances, obras, lições, Experiências.



Aprendi com Jane Austen: como seis romances me ensinaram sobre amor, amizade e as coisas que realmente importam, de William Deresiewicz.

 Aos 26 anos, William Deresiewicz conheceu Jane Austen, por acaso. Ele nunca havia sequer cogitado a idéia de ler qualquer obra que fosse da autora, mas quando aconteceu, ele não parou mais. William estava escrevendo sua especialização, ainda vivendo com o pai, quando travou o primeiro contato com a autora. E o resultado foi, segundo ele mesmo, surpreendente. No inicio, o “relacionamento” era puro desconfiômetro, mas a medida que a leitura foi evoluindo, o autor percebeu que podia aprender muito com Jane Austen. Ao mesmo tempo em que ele narra momentos marcantes de sua vida, como a saída da casa do pai, William vai descrevendo cada obra de Austen, observando que os livros dela ensinavam a lidar com as pessoas ao seu redor e ensinando o que realmente valia a pena aprender. Cada lição de vida que ele encontrava nos romances é pontuada por experiências próprias. Com Emma, ele aprende uma nova forma de encarar o cotidiano. Orgulho e Preconceito, bastante detalhado, fez o autor reavaliar certas concepções, a leitura de A abadia de Northanger ocorre ao mesmo tempo em que ele descreve o relacionamento com seu nada convencional orientador. Mansfield Park o ensina a importância de ser autêntico. Persuasão o ensina a ver onde estão os amigos verdadeiros e Razão e Sensibilidade o ajuda a encontrar o amor verdadeiro.

Esse livro vale muuuito a pena. Como o autor (quando conheceu com Jane Austen), eu estava desconfiada em relação a ele, achando que era mais um relato de fã. Longe disso. Apesar de William ter se tornado fã de Austen, o livro começa falando que ela começou a ler suas obras por pura e simples obrigação. Só esse início já vale a pena, porque me mostrou o quanto nós nos enganamos ao ler algo novo já com “quatro pedras na mão”. A continuidade da leitura dos romances foi ensinando a ele novas percepções de vida, e a mim também. Através de suas observações, eu percebi coisas que antes me passaram despercebidas, apesar de já ter lido os romances várias vezes. Seu encantamento com Jane Austen fica visível na descrição de Mansfield Park, talvez o livro que mais o tenha ensinado (a mim também). Com cada livro, personagem e situação, ele aprende lições de vida importantes. Porque a autora aborda temas que sempre terão relevância para nós, este livro é totalmente indicado aos fãs, e principalmente aos não-fãs, de Jane Austen

Resenhado por Natallie Alcantara

254 páginas, Editora Rocco, publicado em 2011.
*Título original: A Jane Austen education: how six novels taught me about love, friendship and the things that really matter.
Tradutor: André Pereira da Costa.

 

Nota do resenhista: [rating=5] Depois de muito tempo de sufoco, perseguição, mentiras, perigos e vidas destruídas, Aria, Spencer, Emily e Hanna conseguiram, enfim, encontrar um pouco de paz. Sem A para atormentá-las e tendo sobrevivido a um grande perigo, as amigas agora querem mais é descansar e aproveitar a vida.




   Tempo:  Para ler de um tiro só no final de semana.

   Finalidade:  Para aprender a tomar cuidado com segredos.

   Restrição:  Para quem não gosta de mistérios e dramas adolescentes

   Princípios ativos:  Mistério, Drama, Adolescente, Segredos, Tragédias.



Traiçoeiras, de Sara Shepard.

E nada melhor do que férias com amigos em um incrível resort na Jamaica, certo? É, talvez não para essas meninas. Apesar de todo o mistério do caso Alison DiLaurentis estar resolvido, as quatro vão descobrir que alguns assuntos não morrem facilmente – principalmente se alguém não quer que elas esqueçam.

Dez meses depois das férias, as quatro meninas não são mais amigas. De novo. Tudo porque, nas férias, Emily encontrou uma menina loura, de olhos azuis e muitas cicatrizes… Estranhamente parecida com Ali. E esse encontro aparentemente casual vai trazer de volta aquilo que elas mais temiam: a possibilidade de seus segredos mais obscuros serem revelados e arruinarem seus futuros.

Spencer conseguiu entrar na universidade que queria e não podia estar mais satisfeita, principalmente depois de tudo que passou. E tudo ia bem até a mãe anunciar que tem um namorado e pretende deixar as coisas ainda mais sérias. Rico e arrogante, Nicholas Pennythistle tem dois filhos.

Emily está em mais uma encrenca. Depois de abandonar a natação e arruinar suas chances de uma bolsa esportiva universitária, tudo que ela mais quer é uma nova oportunidade. E é quando conhece Chloe e seu pai, que podem ser seu futuro ou a encrencar ainda mais…

O pai de Hanna decide se candidatar ao Senado e ela percebe que não faz parte da imagem de família perfeita que ele pretende exibir com a nova esposa e a enteada. Mas ela não se deixa abalar, ainda mais depois de ser convidada para ser modelo.

Já Aria estava muito bem até que seu namorado toma uma decisão que ela não pode interferir e só agüentar.

Com muitas intrigas e confusões esse foi mais um dos adoráveis e envolventes livros da serie Pretty Little LIars. Com a mesma narrativa envolvente dos outros, na capa temos a nossa perfeita Spencer. E como sempre continuo recomendando a serie a todos. E que chegue logo o próximo porque a curiosidade está me matando!

Resenhado por [Luana Beltramini Vilela]

320 páginas, Editora Rocco, publicado em ano 2013
*Título Original: Twisted.
Tradução: Fal Azevedo 

Nota do resenhista: [rating=3] Se no primeiro livro, ter coragem era saltar do trem em movimento, agora eles precisarão de muito mais para ir até o final dos trilhos e descobrir um mundo além das facções.




   Tempo:  Um final de semana.

   Finalidade:  Para ficar arrepiada com o grande final.

   Restrição:  Para quem é muito ansioso.

   Princípios ativos:  Distopias, romance, ação, aventura.



Convergente, de Veronica Roth.

Depois de revelar um grande segredo sobre as facções, Tris está decidida a ir até o final e descobrir tudo que está por trás da sua sociedade e da sua divergência. Mesmo que isso signifique deixar a segurança do mundo que ela conhece e descobrir o que existe além da linha do trem. Finalmente todas as nossas perguntas serão respondidas, e muitas outras surgirão ao longo da leitura. Veronica conseguiu desmontar tudo que sabíamos sobre a sua Chicago futurística, para que, junto com Tobias e Tris pudéssemos montar as peças de um novo quebra-cabeça.

O grande barato do livro é que a narração não é mais uma exclusividade da Tris, ela divide com Tobias a responsabilidade. Os dois se revezam e é possível ter um outro ponto de vista, o que fez toda a diferença, principalmente por eu não ter muita afeição pela divergente loirinha. E o romance dos dois, que pra mim continua sem química nenhuma, tem a quantidade certa de atenção, não é nem deixado de lado, mas também não é o foco da narração. O que é ótimo, quando há muita ação rolando. E sim, o livro é bastante movimentado, e confesso que em certas partes meu coração acelerou.

Novamente, o livro perde pontos com a repetição, questões que já havíamos entendido, continuam a ser repetidas de novo e de novo, deixando outras que podiam ter sido melhor abordadas de lado. E algumas cenas ficaram apelativas demais, drama desnecessário, principalmente na parte final do livro. Mas como um todo, ele é uma evolução perto de Insurgente, por isso a série recupera uma estrelinha e tem a minha recomendação, embora fique muito atrás de séries despóticas como Feios e Jogos Vorazes.

 Resenhado por Mariana Arantes

526 páginas, Editora Rocco, publicado em 2014.
*Título Original: Allegiant.
Tradução: Lucas Peterson

Nota do resenhista: [rating=2] Quando o mundo como você o conhece está desmoronando, suas escolhas podem te salvar, ou te destruir.




   Tempo:  Alguns dias.

   Finalidade:  Para se distrair.

   Restrição:  Quem não curte trilogias.

   Princípios ativos:  Distopias, romance, ação, aventura.



Insurgente, de Veronica Roth

O mundo como a Tris conhecia não existe mais. E ela precisa aprender a lidar com as novas emoções que estão por vir, ao mesmo tempo em que ainda está sofrendo com as consequências dos ocorridos no final de Divergente. As facções estão em declínio, e é difícil saber em quem confiar ou no que acreditar.

Nesse segundo livro temos a oportunidade de conhecer melhor sobre a Chicago futurista da Veronica Roth e o que significam as facções, o livro começa com a Tris chegando à amizade, o que já nos dá um panorama de uma facção que não conhecíamos muito. E conforme a Tris tenta juntar as peças do quebra-cabeça para conseguir entender o que realmente está por trás das simulações, e o que realmente significa ser uma Divergente, mais a gente percebe que muitas peças ainda estão faltando e mais queremos descobrir sobre os planos de JeanineMathews. Esse é um clássico livro de passagem entre o primeiro e o último volume.

Se eu já não simpatizava com a Tris no primeiro livro, em Insurgente ela conseguiu ficar mais insuportável ainda. A narrativa é lenta, com muitas repetições, questão que poderiam ter sido facilmente resolvidas, são arrastadas e outras que poderiam ter sido mais bem desenvolvidas, acabam ficando em segundo plano. A narração em primeira pessoa empobrece o livro, já que a Tris parece estar sempre atrás dos outros personagens, muitas vezes sendo ingênua demais. O romance dela com o Quatro continua sendo forçado e sem química nenhuma, apesar dele ganhar mais destaque nesse livro e termos a chance de conhecer mais sobre ele.

E mesmo o final, que deixou muitos boquiabertos, não achei tão imprevisível assim. Acho que ela deixou muitas questões abertas para o próximo livro, que já podiam ter sido resolvidas.

Resenhado por Mariana Arantes

512 páginas, Editora Rocco, publicado em 2013.
*Título Original: Insurgent
Tradução: Lucas Peterson

Nota do resenhista: [rating=3] Quando a sua personalidade define o seu futuro, ser diferente pode custar a sua vida.




   Tempo:  Um final de semana.

   Finalidade:  Para curtir um mundo pós-apocalíptico.

   Restrição:  Para quem se irrita facilmente com protagonistas.

   Princípios ativos:  Distopias, romance, ação, aventura.



Divergente, de Veronica Roth

Em um futuro pós-apocalíptico, a sociedade, ao tentar entender o que a levou à destruição, acaba por se dividir. Uma parte acredita que foi o egoísmo o culpado, as pessoas deveriam então, se libertar de bens materiais e sentimentos que não fossem totalmente altruístas. Outros acreditam que a culpa foi da falta de união entre as pessoas e que todas as decisões devem ser sempre tomadas em conjunto. Há ainda os que culpam a falta de honestidade, pregando que os homens devem ser sempre extremamente honestos. Há aqueles que culpam a falta de coragem e o medo de correr riscos pelo fracasso da humanidade. E por fim, há aqueles que acreditam que o fim se deu pela ignorância humana, e pregam que os homens devem ter sempre sede de conhecimento. Criam-se, assim, as cinco facções que dividem o mundo, são elas, respectivamente, Erudição, Amizade, Franqueza, Audácia e Erudição.

Nesse novo mundo, quando os jovens completam dezesseis anos, eles passam por um processo onde serão obrigados a escolherem a facção onde passarão o resto de suas vidas. Se optarem pela facção de origem, não mudará muito em suas vidas, mas se optarem por um diferente, devem deixar tudo para trás, incluindo família e amigos, e começarem uma nova vida do zero. Como parte do processo, os jovens passam por um simulador, que serve como teste de vocacional, apontando as principais qualidades e os principais defeitos de cada um, para auxiliá-los na decisão.

A protagonista, Beatrice, nasceu e cresceu na Abnegação, mas não tem tanta certeza se é lá que quer permanecer. O problema é que ela também não sabe pra onde quer ir, nem se vai ter coragem de abandonar seus pais e seu irmão, que também está passando pela iniciação. E o teste, que deveria ajuda-la, só piora a situação. Isso porque ele não aponta uma, mas várias direções para a jovem. E mais do que deixa-la confusa, o resultado um alvoroço no laboratório e seu teste é apagado dos sistemas, deixando Beatrice sem entender nada.

Na hora da cerimonia, a decisão da garota surpreende a todos, inclusive ela mesma. Um outro mundo, um outro nome, uma nova vida. Há muito que ela ainda precisa descobrir, ela vai aprender o que realmente significa ser corajosa, ter amigos, ser inteligente, altruísta e sincera. E no meio de tantas descobertas e aprendizado, ela ainda irá viver uma grande paixão, com um cara misterioso, que parece estar tentando protege-la de um perigo que ela nem imagina que está correndo.

E é justamente onde o livro mais pecou, o romance entre Beatrice e Quatro, é forçado e sem química. Tudo acontece muito rápido, sem espaço para nos afeiçoarmos aos personagens e comprarmos o casal. Eles ganham intimidade muito rapidamente e os poucos conflitos entre os dois são resolvidos mais rapidamente ainda. Melação de mais, emoção de menos.

A narrativa é lenta e enrolada, perde-se muito tempo em cenas que poderiam ter sido mais rápido, alguns assuntos são tratados exaustivamente, enquanto as grandes questões do livro se resolvem de uma vez ao final, quando você já se cansou de esperar, e mais ainda, já deduziu a solução, a autora poderia ter dividido melhor as respostas dos mistérios pelo livro. Os personagens são, em geral, chatos e enjoados, principalmente os protagonistas. Não consegui sentir a mínima empatia pela Beatrice, e os dramas dela me pareciam enfadonhos, e eu não conseguia sentir empatia por ela.

A autora ganha pontos pela criatividade, não caia no erro de achar que se trata de uma cópia de Jogos Vorazes, embora para mim, as facções mais se assemelham as casas de Hogwarts do que ao romance de Suzanne Collins.  As descrições são bem feitas e o livro é divertido, e pode ser lido em um único final de semana. Ela também consegue deixar um bom link para o próximo livro da série, Insurgente, então mais pontos positivos. No balanço geral, três estrelas para Divergente.

Resenhado por Mariana Arantes

504 páginas, Editora Rocco, publicado em 2012.
*Título Original: Divergent.
Tradução: Lucas Peterson

Nota do resenhista[rating=5]Depois de vinganças e estratégias, resta agora arcar com as consequências, sejam elas boas ou más. Mary, Lillia e Kat irão conseguir vencer essa etapa? Será que desistiram de se vingar dos que lhe fizeram algum mal? A vingança é como veneno que arde sem sentir. Não perca essa continuação de tirar o folego.




   Tempo: De um a dois dias no final de semana, ou durante os tempos livres.

   Finalidade: Ler e se divertir

   Restrição: Não gosta de livros com uma linguagem simples, nem do cotidiano adolescente.

   Princípios ativos: vingança, consciência, amizade, pacto e mistério


Dente por dente, de Jenny Han & Shioban Vivian

OBS: Contém spoilers do primeiro livro, caso ainda não o leu e não gosta de spoilers, não leia.

Em “Dente por Dente”, as aventuras e vinganças das três garotas compactuadas continuam. No primeiro livro, elas estão determinadas a fazer o que for possível e o impossível para dar uma lição naquelas pessoas que as humilharam ou fizeram algum mal. Agora no segundo livro da série, elas ainda continuam com essa linha de pensamento, porém com uma pitadinha de peso na consciência, afinal, elas ainda são seres humanos. Mas realmente elas são quem elas dizem? O pacto de amizade e segredos estão mesmo firmes? Pode ser que alguma delas não seja quem realmente diz, ou simplesmente se transforme em outra pessoa.

O plano da tríplice aliança feita pelas amigas saiu tão errado quanto um tiro que sai pela culatra. As consequências foram tão horríveis, que até pessoas não envolvidas acabaram se machucando: de um incêndio até um dos alvos saiu com a perna quebrada. Depois dos acidentes, ninguém mais foi o mesmo, principalmente as meninas. O pior ainda é que acontece algo super estranho e inexplicável com uma delas, que ninguém entendeu, apesar da notícia local ter “acobertado” com uma notícia plausível. Na continuação, elas irão enfrentar tudo que aconteceu ou acontecerá.

Nesse segundo livro, Lillia tem um destaque maior do que o primeiro, acho que por ser uma das personagens que mais cativou e mudou. Mary e Kat continuam na média, mas tem algo interessante que no primeiro não foi explorado: a tia da Mary, o que eu achei bem interessante. O desenvolvimento da história nesse segundo volume foi melhor, porque as autoras já tinham nos apresentado todo o enredo no primeiro, o que facilitou o aprofundamento e a relação leitor-personagens. Assim como no primeiro, continua uma leitura leve, porém um pouquinho mais “complexa”, devido a certas partes muito tensas que ocorrem no decorrer da leitura. As autoras ainda continuam com o trabalho maravilhoso de escrever em dupla, sem deixar transparecer a escrita individual. O ponto de vista das personagens ainda continua sendo em primeira pessoa, como se fosse um “diário” narrado no presente. A leitura é super recomendada pra quem leu o volume um.

Resenhado por [Jânio Almeida].

510 páginas, Editora Novo Conceito, publicado em ano 2013.
*Título Original: Fire with Fire.


Resenhas

Nota do resenhista[rating=5] Will achou que estava mergulhando para sua morte. Mas seu papel nessa história ainda não acabou. Ao descobrir que existe ainda muita coisa a ser descoberta bem mais fundo na Terra, ele e seus amigos enfrentam novos perigos. Além da sua irmã nojenta, que não parece desistir de caçá-lo.



   Tempo: para ler em uma semana.

   Finalidade: para ficar na ponta da cadeira.

   Restrição: para quem não gosta de muitos detalhes e descrições.

   Princípios ativos: Mistério, Escavações, Subterrâneo, Aventura, Ficção.


Vertigens, de Roderick Gordon e Brian Williams.

Will ainda não acredita no que aconteceu. Ele e Chester encontram Elliot, que está bastante machucada. Após dar adeus ao seu irmão, eles acabam encontrando outra fugitiva: Martha, que os ajuda e os leva para a cabana onde vive. Lá, ela cuida de Elliot, mas teme que a menina não sobreviva. Will ainda não esqueceu o Dominion e o plano das gêmeas de acabar com as pessoas na Crosta. Enquanto isso. Dr. Burrows encontra as gêmeas e descobre uma parte da história toda. Na Crosta, a sra. Burrows se empenha em descobrir o paradeiro do marido e dos filhos. Ela acaba tendo ajuda de Drake. De volta ao Dr. Burrows, ele encontra Will, ao mesmo tempo em que o menino descobre que foi novamente enganado pelas gêmeas. Forçado a se separar de Chester, Martha e Elliot, ele e o pai conseguem voltar pra Crosta e explicam toda a verdade para a sra. Burrows. Novas despedidas, torturas piores, um passado descoberto e, enfim, o castigo merecido deixam Will viver um tempo de repouso. Mas nada está tão calmo quanto parece.

Depois de Profundezas, eu fiquei louca para ler Vertigens. Logo pela capa, dá para perceber que o que eu esperava que acontecesse não acontece realmente. Mesmo assim, eu fui logo ler, ainda sem acreditar no final do livro anterior. Depois de me acostumar com a situação, comecei a apreciar a leitura. Uma coisa que me irritou na história foi o fanatismo do Dr. Burrows em receber os créditos por todas as descobertas que hava feito. Torci muito para ele levar farelo, principalmente quando ele não acreditava que os Styx eram uma ameaça verdadeira, sempre perdido em devaneios. De resto, eu gostei. Fiquei meio confusa com o final, porque mesmo sabendo que a calmaria não iria durar (já que ainda tenho 3 livros pra ler da série), eu não imaginava que mais algum problema poderia acontecer. Simples engano. Totalmente recomendo.

 

 

Resenhado por Natallie Alcantara.

 

588 páginas, Editora Rocco Jovens Leitores, publicado em 2012.

*Título original: Freefall.

*Tradução: Ryta Vinagre.

Nota do resenhista: [rating=5] Os grandes clássicos estão aí para serem lidos. Apesar da grande variedade literária que existe hoje em dia, sempre podemos nos voltar para aqueles grandes livros e tirarmos lições deles. Principalmente, podemos aprender com seus personagens. Lizzy Bennet e Jane Eyre são algumas heroínas que podem nos ensinar a ser nós mesmas, não importa a adversidade que enfrentarmos.



   Tempo:  Para ler de um tiro só no final de semana.

   Finalidade:  Para refletir.

   Restrição:  Para quem não gosta de clássicos.

   Princípios ativos:  Clássicos, romances, heroínas, autoras, lições de vida



Lições de vida das grandes heroínas da literatura, de Erin Blakemore.

Lizzy Bennet, Janie Crawford, Anne Shirley, Celie, Francie Nolan, Claudine, Scarlett O’Hara, Scout Finch, Laura Ingalls, Jane Eyre, Jo March, Mary Lennox. O que todas essas heroínas têm em comum? Além do fato de serem heroínas literárias, são personagens quem tem muito a nos ensinar, através de suas fraquezas, problemas, angústias, felicidades e escolhas. Cada uma delas,de alguma forma, espelhando as vidas de suas respectivas autoras.

Erin Blakemore utiliza as vidas das autoras e suas personagens para nos servir de inspiração e modelos femininos de conduta e sentimento frente as adversidades da vida. Através da vida de cada uma destas heroínas literárias, as mulheres atuais podem se inspirar e valorizar suas famílias e personalidades. Um livro muito indicado, não só porque mostra a vida das escritoras, mas porque mostra a força e as lições que ainda hoje podem ser tiradas dos clássicos.

Resenhado por Natallie Alcantara

205 páginas, Editora Casa da Palavra, publicado em 2012.
*Título original: The heroines’s bookshelf.

Nota do resenhista: [rating=2] Comprei esse livro na bienal RJ em 2013 pois o título me chamou muito a atenção e era um dos lançamentos da editora. Como só tinha ligo 50 tons de cinza, que segue essa linha Hot, resolvi dar uma chance a outro livro. Quando vi que o leitor é quem decide o destino da personagem me interessei mais ainda.



   Tempo:  Para ler em menos de um dia.

   Finalidade:  Para quem gosta de livros Hot.

   Restrição:  Para quem não gosta de de livros Hot.

   Princípios ativos: Erotismo.



Quando uma garota entra em um bar, de Helena S. Paige.

Comprei esse livro na Bienal do Rio de Janeiro2013. O titulo e a capa me chamaram atenção, mas de cara não imaginei que fosse erótico (sim, é erótico ), mas é um erótico muito suave ,simples – nada de 50 tons de cinza.

O livro é legal, pois você decide o que vai acontecer com a personagem, cada decisão leva a um caminho diferente, o que faz com que o leitor leia todo o livro e releia fazendo outros caminhos, o que o diferencia da maioria dos livros – E só isso é legal! Uma leitura fácil, rápida e nada de muito ofegante.

É narrado como se fosse a própria personagem contando, porém não tem nome e muito menos idade. Na maioria dos momentos o texto se refere ao leitor – o que o traz para o livro, no entanto uma tentativa meio fraca de fazer o leitor sentir o que a personagem sente. Curiosa de carteirinha, fiz os caminhos que sabia que iam ser mais “calientes”, me decepcionando por não ser tão “ caliente” assim. Não entregarei quotes pois isso pode entregar o futuro da história.

Livros eróticos não fazem meu estilo, mas não encontrei nada diferente nesse livro. Coisas normais no sexo quando estamos dispostos a viver experiências selvagens. Nada pesado, somente a curiosidade é decidir o que vai acontecer com a personagem. Li ele em menos de 2 horas fazendo todos os caminhos, o que me mostrou ser uma leitura super rápida. Não sei se recomendo, mas é ótimo para quem quer sair da rotina literária.

Resenhado por [Mariana Bittencourt]

238 páginas, Editora Novo Conceito, publicado em ano 2013.
*Título Original: A girls walks into a bar
Tradução: Robson Falchetti Peixoto

Nota do resenhista: [rating=5] A busca de Will por seu pai continua. Junto a Chester e Cal, ele agora se encontra na Grande Planície, onde o maior desafio é ficar vivo. Os Styx ainda estão na sua cola, e agora conseguiram uma aliada implacável. Mas os meninos também conseguem ajuda, e quando acham que conseguiram escapar, a odiosa irmã de Will traz uma surpresa desagradável….




   Tempo:  Para ler em uma emana.

   Finalidade:  Para ficar na ponta da cadeira.

   Restrição:  Para quem não gosta de muitos detalhes e descrições.

   Princípios ativos: Mistério, Escavações, Subterrâneo, Aventura, Ficção.



Profundezas, de Roderick Gordon e Brian Williams.

O livro começa, diferentemente de como se poderia imaginar, mostrando Sarah Jerome, uma fugitiva da Colônia. Mas logo voltamos a Cal, Chester e Will no trem dos mineradores, em direção às profundezas, mas especificamente, em direção ao Desterro, Will com a idéia fixa de que ainda pode encontrar Dr. Burrows, seu pai, vivo. Aliás, ele reaparece, fazendo anotações sobre tudo que encontra pela frente, delirando (praticamente) com o esperado reconhecimento científico pelas suas descobertas. Voltando a superfície, damos de cara com a Sra. Burrows e o que ela anda fazendo durante seu período de internação. O tempo corre, já fazem meses que sua família foi separada, e ela não faz idéia do que aconteceu com todos. Voltando aos meninos, eles ainda lutam para fugir dos Styx e acabam encontrando ajuda pelo caminho na forma de Drake e Elliot. As coisas não andavam bem entre Chester e Cal, e agora o relacionamento entre Will e seu amigo também começa a piorar. Mas a reviravolta na história está ainda para acontecer, quando Will descobre mais sobre sua suposta irmã Rebecca. O que acontece depois ninguém poderia prever.

Se você gostou do primeiro livro dessa série, vai adorar esse. Surpresas do início ao fim. Muito mais detalhes e descrições, muitas aventuras e um final de tirar o fôlego (e de fazer chorar também). Confesso que fiquei meio perdida com as muitas descrições, as quais sou péssima pra imaginar (vou deixar por conta do filme me ajudar a visualizar os locais, o qual vai acontecer, se Deus quiser, se o primeiro filme fizer sucesso, o que vai acontecer, se Deus quiser). E também fiquei surpresa com a reviravolta no final. Na verdade fiquei louca com aquele final. Eu cometi a grande besteira de ler algumas páginas do final do livro antes e me conformei, depois da surpresa. Mas eu não sabia o que vinha antes dessas páginas… Algo que eu sequer imaginava. E ainda não me conformo, mesmo já estando lendo o terceiro e vendo que aquilo aconteceu mesmo. Enfim. Como o primeiro livro, eu totalmente recomendo.

Resenhado por Natallie Alcantara

689 páginas, Editora Rocco Jovens Leitores, publicado em 2009.
*Título original: Deeper.
*Tradução: Ryta Vinagre.

Nota do resenhista: [rating=5] Quem disse que os livros não têm nada para nos ensinar está completamente enganado. Mesmo livros de escritores mortos há séculos. Suas lições estão lá, basta ler com atenção. Por isso sou fã de Jane Austen: seus romances me ensinam muito, até hoje. Querem saber o que? Leiam esse relato.




   Tempo:  Para ler de um tiro só no final de semana.

   Finalidade:  Para se divertir e refletir.

   Restrição:  Para quem não gosta de Jane Austen.

   Princípios ativos: Jane Austen, romances, obras, lições, Experiências.



Aprendi com Jane Austen: como seis romances me ensinaram sobre amor, amizade e as coisas que realmente importam, de William Deresiewicz.

 Aos 26 anos, William Deresiewicz conheceu Jane Austen, por acaso. Ele nunca havia sequer cogitado a idéia de ler qualquer obra que fosse da autora, mas quando aconteceu, ele não parou mais. William estava escrevendo sua especialização, ainda vivendo com o pai, quando travou o primeiro contato com a autora. E o resultado foi, segundo ele mesmo, surpreendente. No inicio, o “relacionamento” era puro desconfiômetro, mas a medida que a leitura foi evoluindo, o autor percebeu que podia aprender muito com Jane Austen. Ao mesmo tempo em que ele narra momentos marcantes de sua vida, como a saída da casa do pai, William vai descrevendo cada obra de Austen, observando que os livros dela ensinavam a lidar com as pessoas ao seu redor e ensinando o que realmente valia a pena aprender. Cada lição de vida que ele encontrava nos romances é pontuada por experiências próprias. Com Emma, ele aprende uma nova forma de encarar o cotidiano. Orgulho e Preconceito, bastante detalhado, fez o autor reavaliar certas concepções, a leitura de A abadia de Northanger ocorre ao mesmo tempo em que ele descreve o relacionamento com seu nada convencional orientador. Mansfield Park o ensina a importância de ser autêntico. Persuasão o ensina a ver onde estão os amigos verdadeiros e Razão e Sensibilidade o ajuda a encontrar o amor verdadeiro.

Esse livro vale muuuito a pena. Como o autor (quando conheceu com Jane Austen), eu estava desconfiada em relação a ele, achando que era mais um relato de fã. Longe disso. Apesar de William ter se tornado fã de Austen, o livro começa falando que ela começou a ler suas obras por pura e simples obrigação. Só esse início já vale a pena, porque me mostrou o quanto nós nos enganamos ao ler algo novo já com “quatro pedras na mão”. A continuidade da leitura dos romances foi ensinando a ele novas percepções de vida, e a mim também. Através de suas observações, eu percebi coisas que antes me passaram despercebidas, apesar de já ter lido os romances várias vezes. Seu encantamento com Jane Austen fica visível na descrição de Mansfield Park, talvez o livro que mais o tenha ensinado (a mim também). Com cada livro, personagem e situação, ele aprende lições de vida importantes. Porque a autora aborda temas que sempre terão relevância para nós, este livro é totalmente indicado aos fãs, e principalmente aos não-fãs, de Jane Austen

Resenhado por Natallie Alcantara

254 páginas, Editora Rocco, publicado em 2011.
*Título original: A Jane Austen education: how six novels taught me about love, friendship and the things that really matter.
Tradutor: André Pereira da Costa.

 

Nota do resenhista: [rating=5] Depois de muito tempo de sufoco, perseguição, mentiras, perigos e vidas destruídas, Aria, Spencer, Emily e Hanna conseguiram, enfim, encontrar um pouco de paz. Sem A para atormentá-las e tendo sobrevivido a um grande perigo, as amigas agora querem mais é descansar e aproveitar a vida.




   Tempo:  Para ler de um tiro só no final de semana.

   Finalidade:  Para aprender a tomar cuidado com segredos.

   Restrição:  Para quem não gosta de mistérios e dramas adolescentes

   Princípios ativos:  Mistério, Drama, Adolescente, Segredos, Tragédias.



Traiçoeiras, de Sara Shepard.

E nada melhor do que férias com amigos em um incrível resort na Jamaica, certo? É, talvez não para essas meninas. Apesar de todo o mistério do caso Alison DiLaurentis estar resolvido, as quatro vão descobrir que alguns assuntos não morrem facilmente – principalmente se alguém não quer que elas esqueçam.

Dez meses depois das férias, as quatro meninas não são mais amigas. De novo. Tudo porque, nas férias, Emily encontrou uma menina loura, de olhos azuis e muitas cicatrizes… Estranhamente parecida com Ali. E esse encontro aparentemente casual vai trazer de volta aquilo que elas mais temiam: a possibilidade de seus segredos mais obscuros serem revelados e arruinarem seus futuros.

Spencer conseguiu entrar na universidade que queria e não podia estar mais satisfeita, principalmente depois de tudo que passou. E tudo ia bem até a mãe anunciar que tem um namorado e pretende deixar as coisas ainda mais sérias. Rico e arrogante, Nicholas Pennythistle tem dois filhos.

Emily está em mais uma encrenca. Depois de abandonar a natação e arruinar suas chances de uma bolsa esportiva universitária, tudo que ela mais quer é uma nova oportunidade. E é quando conhece Chloe e seu pai, que podem ser seu futuro ou a encrencar ainda mais…

O pai de Hanna decide se candidatar ao Senado e ela percebe que não faz parte da imagem de família perfeita que ele pretende exibir com a nova esposa e a enteada. Mas ela não se deixa abalar, ainda mais depois de ser convidada para ser modelo.

Já Aria estava muito bem até que seu namorado toma uma decisão que ela não pode interferir e só agüentar.

Com muitas intrigas e confusões esse foi mais um dos adoráveis e envolventes livros da serie Pretty Little LIars. Com a mesma narrativa envolvente dos outros, na capa temos a nossa perfeita Spencer. E como sempre continuo recomendando a serie a todos. E que chegue logo o próximo porque a curiosidade está me matando!

Resenhado por [Luana Beltramini Vilela]

320 páginas, Editora Rocco, publicado em ano 2013
*Título Original: Twisted.
Tradução: Fal Azevedo 

Nota do resenhista: [rating=3] Se no primeiro livro, ter coragem era saltar do trem em movimento, agora eles precisarão de muito mais para ir até o final dos trilhos e descobrir um mundo além das facções.




   Tempo:  Um final de semana.

   Finalidade:  Para ficar arrepiada com o grande final.

   Restrição:  Para quem é muito ansioso.

   Princípios ativos:  Distopias, romance, ação, aventura.



Convergente, de Veronica Roth.

Depois de revelar um grande segredo sobre as facções, Tris está decidida a ir até o final e descobrir tudo que está por trás da sua sociedade e da sua divergência. Mesmo que isso signifique deixar a segurança do mundo que ela conhece e descobrir o que existe além da linha do trem. Finalmente todas as nossas perguntas serão respondidas, e muitas outras surgirão ao longo da leitura. Veronica conseguiu desmontar tudo que sabíamos sobre a sua Chicago futurística, para que, junto com Tobias e Tris pudéssemos montar as peças de um novo quebra-cabeça.

O grande barato do livro é que a narração não é mais uma exclusividade da Tris, ela divide com Tobias a responsabilidade. Os dois se revezam e é possível ter um outro ponto de vista, o que fez toda a diferença, principalmente por eu não ter muita afeição pela divergente loirinha. E o romance dos dois, que pra mim continua sem química nenhuma, tem a quantidade certa de atenção, não é nem deixado de lado, mas também não é o foco da narração. O que é ótimo, quando há muita ação rolando. E sim, o livro é bastante movimentado, e confesso que em certas partes meu coração acelerou.

Novamente, o livro perde pontos com a repetição, questões que já havíamos entendido, continuam a ser repetidas de novo e de novo, deixando outras que podiam ter sido melhor abordadas de lado. E algumas cenas ficaram apelativas demais, drama desnecessário, principalmente na parte final do livro. Mas como um todo, ele é uma evolução perto de Insurgente, por isso a série recupera uma estrelinha e tem a minha recomendação, embora fique muito atrás de séries despóticas como Feios e Jogos Vorazes.

 Resenhado por Mariana Arantes

526 páginas, Editora Rocco, publicado em 2014.
*Título Original: Allegiant.
Tradução: Lucas Peterson

Nota do resenhista: [rating=2] Quando o mundo como você o conhece está desmoronando, suas escolhas podem te salvar, ou te destruir.




   Tempo:  Alguns dias.

   Finalidade:  Para se distrair.

   Restrição:  Quem não curte trilogias.

   Princípios ativos:  Distopias, romance, ação, aventura.



Insurgente, de Veronica Roth

O mundo como a Tris conhecia não existe mais. E ela precisa aprender a lidar com as novas emoções que estão por vir, ao mesmo tempo em que ainda está sofrendo com as consequências dos ocorridos no final de Divergente. As facções estão em declínio, e é difícil saber em quem confiar ou no que acreditar.

Nesse segundo livro temos a oportunidade de conhecer melhor sobre a Chicago futurista da Veronica Roth e o que significam as facções, o livro começa com a Tris chegando à amizade, o que já nos dá um panorama de uma facção que não conhecíamos muito. E conforme a Tris tenta juntar as peças do quebra-cabeça para conseguir entender o que realmente está por trás das simulações, e o que realmente significa ser uma Divergente, mais a gente percebe que muitas peças ainda estão faltando e mais queremos descobrir sobre os planos de JeanineMathews. Esse é um clássico livro de passagem entre o primeiro e o último volume.

Se eu já não simpatizava com a Tris no primeiro livro, em Insurgente ela conseguiu ficar mais insuportável ainda. A narrativa é lenta, com muitas repetições, questão que poderiam ter sido facilmente resolvidas, são arrastadas e outras que poderiam ter sido mais bem desenvolvidas, acabam ficando em segundo plano. A narração em primeira pessoa empobrece o livro, já que a Tris parece estar sempre atrás dos outros personagens, muitas vezes sendo ingênua demais. O romance dela com o Quatro continua sendo forçado e sem química nenhuma, apesar dele ganhar mais destaque nesse livro e termos a chance de conhecer mais sobre ele.

E mesmo o final, que deixou muitos boquiabertos, não achei tão imprevisível assim. Acho que ela deixou muitas questões abertas para o próximo livro, que já podiam ter sido resolvidas.

Resenhado por Mariana Arantes

512 páginas, Editora Rocco, publicado em 2013.
*Título Original: Insurgent
Tradução: Lucas Peterson

Nota do resenhista: [rating=3] Quando a sua personalidade define o seu futuro, ser diferente pode custar a sua vida.




   Tempo:  Um final de semana.

   Finalidade:  Para curtir um mundo pós-apocalíptico.

   Restrição:  Para quem se irrita facilmente com protagonistas.

   Princípios ativos:  Distopias, romance, ação, aventura.



Divergente, de Veronica Roth

Em um futuro pós-apocalíptico, a sociedade, ao tentar entender o que a levou à destruição, acaba por se dividir. Uma parte acredita que foi o egoísmo o culpado, as pessoas deveriam então, se libertar de bens materiais e sentimentos que não fossem totalmente altruístas. Outros acreditam que a culpa foi da falta de união entre as pessoas e que todas as decisões devem ser sempre tomadas em conjunto. Há ainda os que culpam a falta de honestidade, pregando que os homens devem ser sempre extremamente honestos. Há aqueles que culpam a falta de coragem e o medo de correr riscos pelo fracasso da humanidade. E por fim, há aqueles que acreditam que o fim se deu pela ignorância humana, e pregam que os homens devem ter sempre sede de conhecimento. Criam-se, assim, as cinco facções que dividem o mundo, são elas, respectivamente, Erudição, Amizade, Franqueza, Audácia e Erudição.

Nesse novo mundo, quando os jovens completam dezesseis anos, eles passam por um processo onde serão obrigados a escolherem a facção onde passarão o resto de suas vidas. Se optarem pela facção de origem, não mudará muito em suas vidas, mas se optarem por um diferente, devem deixar tudo para trás, incluindo família e amigos, e começarem uma nova vida do zero. Como parte do processo, os jovens passam por um simulador, que serve como teste de vocacional, apontando as principais qualidades e os principais defeitos de cada um, para auxiliá-los na decisão.

A protagonista, Beatrice, nasceu e cresceu na Abnegação, mas não tem tanta certeza se é lá que quer permanecer. O problema é que ela também não sabe pra onde quer ir, nem se vai ter coragem de abandonar seus pais e seu irmão, que também está passando pela iniciação. E o teste, que deveria ajuda-la, só piora a situação. Isso porque ele não aponta uma, mas várias direções para a jovem. E mais do que deixa-la confusa, o resultado um alvoroço no laboratório e seu teste é apagado dos sistemas, deixando Beatrice sem entender nada.

Na hora da cerimonia, a decisão da garota surpreende a todos, inclusive ela mesma. Um outro mundo, um outro nome, uma nova vida. Há muito que ela ainda precisa descobrir, ela vai aprender o que realmente significa ser corajosa, ter amigos, ser inteligente, altruísta e sincera. E no meio de tantas descobertas e aprendizado, ela ainda irá viver uma grande paixão, com um cara misterioso, que parece estar tentando protege-la de um perigo que ela nem imagina que está correndo.

E é justamente onde o livro mais pecou, o romance entre Beatrice e Quatro, é forçado e sem química. Tudo acontece muito rápido, sem espaço para nos afeiçoarmos aos personagens e comprarmos o casal. Eles ganham intimidade muito rapidamente e os poucos conflitos entre os dois são resolvidos mais rapidamente ainda. Melação de mais, emoção de menos.

A narrativa é lenta e enrolada, perde-se muito tempo em cenas que poderiam ter sido mais rápido, alguns assuntos são tratados exaustivamente, enquanto as grandes questões do livro se resolvem de uma vez ao final, quando você já se cansou de esperar, e mais ainda, já deduziu a solução, a autora poderia ter dividido melhor as respostas dos mistérios pelo livro. Os personagens são, em geral, chatos e enjoados, principalmente os protagonistas. Não consegui sentir a mínima empatia pela Beatrice, e os dramas dela me pareciam enfadonhos, e eu não conseguia sentir empatia por ela.

A autora ganha pontos pela criatividade, não caia no erro de achar que se trata de uma cópia de Jogos Vorazes, embora para mim, as facções mais se assemelham as casas de Hogwarts do que ao romance de Suzanne Collins.  As descrições são bem feitas e o livro é divertido, e pode ser lido em um único final de semana. Ela também consegue deixar um bom link para o próximo livro da série, Insurgente, então mais pontos positivos. No balanço geral, três estrelas para Divergente.

Resenhado por Mariana Arantes

504 páginas, Editora Rocco, publicado em 2012.
*Título Original: Divergent.
Tradução: Lucas Peterson

Nota do resenhista[rating=5]Depois de vinganças e estratégias, resta agora arcar com as consequências, sejam elas boas ou más. Mary, Lillia e Kat irão conseguir vencer essa etapa? Será que desistiram de se vingar dos que lhe fizeram algum mal? A vingança é como veneno que arde sem sentir. Não perca essa continuação de tirar o folego.




   Tempo: De um a dois dias no final de semana, ou durante os tempos livres.

   Finalidade: Ler e se divertir

   Restrição: Não gosta de livros com uma linguagem simples, nem do cotidiano adolescente.

   Princípios ativos: vingança, consciência, amizade, pacto e mistério


Dente por dente, de Jenny Han & Shioban Vivian

OBS: Contém spoilers do primeiro livro, caso ainda não o leu e não gosta de spoilers, não leia.

Em “Dente por Dente”, as aventuras e vinganças das três garotas compactuadas continuam. No primeiro livro, elas estão determinadas a fazer o que for possível e o impossível para dar uma lição naquelas pessoas que as humilharam ou fizeram algum mal. Agora no segundo livro da série, elas ainda continuam com essa linha de pensamento, porém com uma pitadinha de peso na consciência, afinal, elas ainda são seres humanos. Mas realmente elas são quem elas dizem? O pacto de amizade e segredos estão mesmo firmes? Pode ser que alguma delas não seja quem realmente diz, ou simplesmente se transforme em outra pessoa.

O plano da tríplice aliança feita pelas amigas saiu tão errado quanto um tiro que sai pela culatra. As consequências foram tão horríveis, que até pessoas não envolvidas acabaram se machucando: de um incêndio até um dos alvos saiu com a perna quebrada. Depois dos acidentes, ninguém mais foi o mesmo, principalmente as meninas. O pior ainda é que acontece algo super estranho e inexplicável com uma delas, que ninguém entendeu, apesar da notícia local ter “acobertado” com uma notícia plausível. Na continuação, elas irão enfrentar tudo que aconteceu ou acontecerá.

Nesse segundo livro, Lillia tem um destaque maior do que o primeiro, acho que por ser uma das personagens que mais cativou e mudou. Mary e Kat continuam na média, mas tem algo interessante que no primeiro não foi explorado: a tia da Mary, o que eu achei bem interessante. O desenvolvimento da história nesse segundo volume foi melhor, porque as autoras já tinham nos apresentado todo o enredo no primeiro, o que facilitou o aprofundamento e a relação leitor-personagens. Assim como no primeiro, continua uma leitura leve, porém um pouquinho mais “complexa”, devido a certas partes muito tensas que ocorrem no decorrer da leitura. As autoras ainda continuam com o trabalho maravilhoso de escrever em dupla, sem deixar transparecer a escrita individual. O ponto de vista das personagens ainda continua sendo em primeira pessoa, como se fosse um “diário” narrado no presente. A leitura é super recomendada pra quem leu o volume um.

Resenhado por [Jânio Almeida].

510 páginas, Editora Novo Conceito, publicado em ano 2013.
*Título Original: Fire with Fire.


Sorteios

Nota do resenhista[rating=5] Will achou que estava mergulhando para sua morte. Mas seu papel nessa história ainda não acabou. Ao descobrir que existe ainda muita coisa a ser descoberta bem mais fundo na Terra, ele e seus amigos enfrentam novos perigos. Além da sua irmã nojenta, que não parece desistir de caçá-lo.



   Tempo: para ler em uma semana.

   Finalidade: para ficar na ponta da cadeira.

   Restrição: para quem não gosta de muitos detalhes e descrições.

   Princípios ativos: Mistério, Escavações, Subterrâneo, Aventura, Ficção.


Vertigens, de Roderick Gordon e Brian Williams.

Will ainda não acredita no que aconteceu. Ele e Chester encontram Elliot, que está bastante machucada. Após dar adeus ao seu irmão, eles acabam encontrando outra fugitiva: Martha, que os ajuda e os leva para a cabana onde vive. Lá, ela cuida de Elliot, mas teme que a menina não sobreviva. Will ainda não esqueceu o Dominion e o plano das gêmeas de acabar com as pessoas na Crosta. Enquanto isso. Dr. Burrows encontra as gêmeas e descobre uma parte da história toda. Na Crosta, a sra. Burrows se empenha em descobrir o paradeiro do marido e dos filhos. Ela acaba tendo ajuda de Drake. De volta ao Dr. Burrows, ele encontra Will, ao mesmo tempo em que o menino descobre que foi novamente enganado pelas gêmeas. Forçado a se separar de Chester, Martha e Elliot, ele e o pai conseguem voltar pra Crosta e explicam toda a verdade para a sra. Burrows. Novas despedidas, torturas piores, um passado descoberto e, enfim, o castigo merecido deixam Will viver um tempo de repouso. Mas nada está tão calmo quanto parece.

Depois de Profundezas, eu fiquei louca para ler Vertigens. Logo pela capa, dá para perceber que o que eu esperava que acontecesse não acontece realmente. Mesmo assim, eu fui logo ler, ainda sem acreditar no final do livro anterior. Depois de me acostumar com a situação, comecei a apreciar a leitura. Uma coisa que me irritou na história foi o fanatismo do Dr. Burrows em receber os créditos por todas as descobertas que hava feito. Torci muito para ele levar farelo, principalmente quando ele não acreditava que os Styx eram uma ameaça verdadeira, sempre perdido em devaneios. De resto, eu gostei. Fiquei meio confusa com o final, porque mesmo sabendo que a calmaria não iria durar (já que ainda tenho 3 livros pra ler da série), eu não imaginava que mais algum problema poderia acontecer. Simples engano. Totalmente recomendo.

 

 

Resenhado por Natallie Alcantara.

 

588 páginas, Editora Rocco Jovens Leitores, publicado em 2012.

*Título original: Freefall.

*Tradução: Ryta Vinagre.

Nota do resenhista: [rating=5] Os grandes clássicos estão aí para serem lidos. Apesar da grande variedade literária que existe hoje em dia, sempre podemos nos voltar para aqueles grandes livros e tirarmos lições deles. Principalmente, podemos aprender com seus personagens. Lizzy Bennet e Jane Eyre são algumas heroínas que podem nos ensinar a ser nós mesmas, não importa a adversidade que enfrentarmos.



   Tempo:  Para ler de um tiro só no final de semana.

   Finalidade:  Para refletir.

   Restrição:  Para quem não gosta de clássicos.

   Princípios ativos:  Clássicos, romances, heroínas, autoras, lições de vida



Lições de vida das grandes heroínas da literatura, de Erin Blakemore.

Lizzy Bennet, Janie Crawford, Anne Shirley, Celie, Francie Nolan, Claudine, Scarlett O’Hara, Scout Finch, Laura Ingalls, Jane Eyre, Jo March, Mary Lennox. O que todas essas heroínas têm em comum? Além do fato de serem heroínas literárias, são personagens quem tem muito a nos ensinar, através de suas fraquezas, problemas, angústias, felicidades e escolhas. Cada uma delas,de alguma forma, espelhando as vidas de suas respectivas autoras.

Erin Blakemore utiliza as vidas das autoras e suas personagens para nos servir de inspiração e modelos femininos de conduta e sentimento frente as adversidades da vida. Através da vida de cada uma destas heroínas literárias, as mulheres atuais podem se inspirar e valorizar suas famílias e personalidades. Um livro muito indicado, não só porque mostra a vida das escritoras, mas porque mostra a força e as lições que ainda hoje podem ser tiradas dos clássicos.

Resenhado por Natallie Alcantara

205 páginas, Editora Casa da Palavra, publicado em 2012.
*Título original: The heroines’s bookshelf.

Nota do resenhista: [rating=2] Comprei esse livro na bienal RJ em 2013 pois o título me chamou muito a atenção e era um dos lançamentos da editora. Como só tinha ligo 50 tons de cinza, que segue essa linha Hot, resolvi dar uma chance a outro livro. Quando vi que o leitor é quem decide o destino da personagem me interessei mais ainda.



   Tempo:  Para ler em menos de um dia.

   Finalidade:  Para quem gosta de livros Hot.

   Restrição:  Para quem não gosta de de livros Hot.

   Princípios ativos: Erotismo.



Quando uma garota entra em um bar, de Helena S. Paige.

Comprei esse livro na Bienal do Rio de Janeiro2013. O titulo e a capa me chamaram atenção, mas de cara não imaginei que fosse erótico (sim, é erótico ), mas é um erótico muito suave ,simples – nada de 50 tons de cinza.

O livro é legal, pois você decide o que vai acontecer com a personagem, cada decisão leva a um caminho diferente, o que faz com que o leitor leia todo o livro e releia fazendo outros caminhos, o que o diferencia da maioria dos livros – E só isso é legal! Uma leitura fácil, rápida e nada de muito ofegante.

É narrado como se fosse a própria personagem contando, porém não tem nome e muito menos idade. Na maioria dos momentos o texto se refere ao leitor – o que o traz para o livro, no entanto uma tentativa meio fraca de fazer o leitor sentir o que a personagem sente. Curiosa de carteirinha, fiz os caminhos que sabia que iam ser mais “calientes”, me decepcionando por não ser tão “ caliente” assim. Não entregarei quotes pois isso pode entregar o futuro da história.

Livros eróticos não fazem meu estilo, mas não encontrei nada diferente nesse livro. Coisas normais no sexo quando estamos dispostos a viver experiências selvagens. Nada pesado, somente a curiosidade é decidir o que vai acontecer com a personagem. Li ele em menos de 2 horas fazendo todos os caminhos, o que me mostrou ser uma leitura super rápida. Não sei se recomendo, mas é ótimo para quem quer sair da rotina literária.

Resenhado por [Mariana Bittencourt]

238 páginas, Editora Novo Conceito, publicado em ano 2013.
*Título Original: A girls walks into a bar
Tradução: Robson Falchetti Peixoto

Nota do resenhista: [rating=5] A busca de Will por seu pai continua. Junto a Chester e Cal, ele agora se encontra na Grande Planície, onde o maior desafio é ficar vivo. Os Styx ainda estão na sua cola, e agora conseguiram uma aliada implacável. Mas os meninos também conseguem ajuda, e quando acham que conseguiram escapar, a odiosa irmã de Will traz uma surpresa desagradável….




   Tempo:  Para ler em uma emana.

   Finalidade:  Para ficar na ponta da cadeira.

   Restrição:  Para quem não gosta de muitos detalhes e descrições.

   Princípios ativos: Mistério, Escavações, Subterrâneo, Aventura, Ficção.



Profundezas, de Roderick Gordon e Brian Williams.

O livro começa, diferentemente de como se poderia imaginar, mostrando Sarah Jerome, uma fugitiva da Colônia. Mas logo voltamos a Cal, Chester e Will no trem dos mineradores, em direção às profundezas, mas especificamente, em direção ao Desterro, Will com a idéia fixa de que ainda pode encontrar Dr. Burrows, seu pai, vivo. Aliás, ele reaparece, fazendo anotações sobre tudo que encontra pela frente, delirando (praticamente) com o esperado reconhecimento científico pelas suas descobertas. Voltando a superfície, damos de cara com a Sra. Burrows e o que ela anda fazendo durante seu período de internação. O tempo corre, já fazem meses que sua família foi separada, e ela não faz idéia do que aconteceu com todos. Voltando aos meninos, eles ainda lutam para fugir dos Styx e acabam encontrando ajuda pelo caminho na forma de Drake e Elliot. As coisas não andavam bem entre Chester e Cal, e agora o relacionamento entre Will e seu amigo também começa a piorar. Mas a reviravolta na história está ainda para acontecer, quando Will descobre mais sobre sua suposta irmã Rebecca. O que acontece depois ninguém poderia prever.

Se você gostou do primeiro livro dessa série, vai adorar esse. Surpresas do início ao fim. Muito mais detalhes e descrições, muitas aventuras e um final de tirar o fôlego (e de fazer chorar também). Confesso que fiquei meio perdida com as muitas descrições, as quais sou péssima pra imaginar (vou deixar por conta do filme me ajudar a visualizar os locais, o qual vai acontecer, se Deus quiser, se o primeiro filme fizer sucesso, o que vai acontecer, se Deus quiser). E também fiquei surpresa com a reviravolta no final. Na verdade fiquei louca com aquele final. Eu cometi a grande besteira de ler algumas páginas do final do livro antes e me conformei, depois da surpresa. Mas eu não sabia o que vinha antes dessas páginas… Algo que eu sequer imaginava. E ainda não me conformo, mesmo já estando lendo o terceiro e vendo que aquilo aconteceu mesmo. Enfim. Como o primeiro livro, eu totalmente recomendo.

Resenhado por Natallie Alcantara

689 páginas, Editora Rocco Jovens Leitores, publicado em 2009.
*Título original: Deeper.
*Tradução: Ryta Vinagre.

Nota do resenhista: [rating=5] Quem disse que os livros não têm nada para nos ensinar está completamente enganado. Mesmo livros de escritores mortos há séculos. Suas lições estão lá, basta ler com atenção. Por isso sou fã de Jane Austen: seus romances me ensinam muito, até hoje. Querem saber o que? Leiam esse relato.




   Tempo:  Para ler de um tiro só no final de semana.

   Finalidade:  Para se divertir e refletir.

   Restrição:  Para quem não gosta de Jane Austen.

   Princípios ativos: Jane Austen, romances, obras, lições, Experiências.



Aprendi com Jane Austen: como seis romances me ensinaram sobre amor, amizade e as coisas que realmente importam, de William Deresiewicz.

 Aos 26 anos, William Deresiewicz conheceu Jane Austen, por acaso. Ele nunca havia sequer cogitado a idéia de ler qualquer obra que fosse da autora, mas quando aconteceu, ele não parou mais. William estava escrevendo sua especialização, ainda vivendo com o pai, quando travou o primeiro contato com a autora. E o resultado foi, segundo ele mesmo, surpreendente. No inicio, o “relacionamento” era puro desconfiômetro, mas a medida que a leitura foi evoluindo, o autor percebeu que podia aprender muito com Jane Austen. Ao mesmo tempo em que ele narra momentos marcantes de sua vida, como a saída da casa do pai, William vai descrevendo cada obra de Austen, observando que os livros dela ensinavam a lidar com as pessoas ao seu redor e ensinando o que realmente valia a pena aprender. Cada lição de vida que ele encontrava nos romances é pontuada por experiências próprias. Com Emma, ele aprende uma nova forma de encarar o cotidiano. Orgulho e Preconceito, bastante detalhado, fez o autor reavaliar certas concepções, a leitura de A abadia de Northanger ocorre ao mesmo tempo em que ele descreve o relacionamento com seu nada convencional orientador. Mansfield Park o ensina a importância de ser autêntico. Persuasão o ensina a ver onde estão os amigos verdadeiros e Razão e Sensibilidade o ajuda a encontrar o amor verdadeiro.

Esse livro vale muuuito a pena. Como o autor (quando conheceu com Jane Austen), eu estava desconfiada em relação a ele, achando que era mais um relato de fã. Longe disso. Apesar de William ter se tornado fã de Austen, o livro começa falando que ela começou a ler suas obras por pura e simples obrigação. Só esse início já vale a pena, porque me mostrou o quanto nós nos enganamos ao ler algo novo já com “quatro pedras na mão”. A continuidade da leitura dos romances foi ensinando a ele novas percepções de vida, e a mim também. Através de suas observações, eu percebi coisas que antes me passaram despercebidas, apesar de já ter lido os romances várias vezes. Seu encantamento com Jane Austen fica visível na descrição de Mansfield Park, talvez o livro que mais o tenha ensinado (a mim também). Com cada livro, personagem e situação, ele aprende lições de vida importantes. Porque a autora aborda temas que sempre terão relevância para nós, este livro é totalmente indicado aos fãs, e principalmente aos não-fãs, de Jane Austen

Resenhado por Natallie Alcantara

254 páginas, Editora Rocco, publicado em 2011.
*Título original: A Jane Austen education: how six novels taught me about love, friendship and the things that really matter.
Tradutor: André Pereira da Costa.

 

Nota do resenhista: [rating=5] Depois de muito tempo de sufoco, perseguição, mentiras, perigos e vidas destruídas, Aria, Spencer, Emily e Hanna conseguiram, enfim, encontrar um pouco de paz. Sem A para atormentá-las e tendo sobrevivido a um grande perigo, as amigas agora querem mais é descansar e aproveitar a vida.




   Tempo:  Para ler de um tiro só no final de semana.

   Finalidade:  Para aprender a tomar cuidado com segredos.

   Restrição:  Para quem não gosta de mistérios e dramas adolescentes

   Princípios ativos:  Mistério, Drama, Adolescente, Segredos, Tragédias.



Traiçoeiras, de Sara Shepard.

E nada melhor do que férias com amigos em um incrível resort na Jamaica, certo? É, talvez não para essas meninas. Apesar de todo o mistério do caso Alison DiLaurentis estar resolvido, as quatro vão descobrir que alguns assuntos não morrem facilmente – principalmente se alguém não quer que elas esqueçam.

Dez meses depois das férias, as quatro meninas não são mais amigas. De novo. Tudo porque, nas férias, Emily encontrou uma menina loura, de olhos azuis e muitas cicatrizes… Estranhamente parecida com Ali. E esse encontro aparentemente casual vai trazer de volta aquilo que elas mais temiam: a possibilidade de seus segredos mais obscuros serem revelados e arruinarem seus futuros.

Spencer conseguiu entrar na universidade que queria e não podia estar mais satisfeita, principalmente depois de tudo que passou. E tudo ia bem até a mãe anunciar que tem um namorado e pretende deixar as coisas ainda mais sérias. Rico e arrogante, Nicholas Pennythistle tem dois filhos.

Emily está em mais uma encrenca. Depois de abandonar a natação e arruinar suas chances de uma bolsa esportiva universitária, tudo que ela mais quer é uma nova oportunidade. E é quando conhece Chloe e seu pai, que podem ser seu futuro ou a encrencar ainda mais…

O pai de Hanna decide se candidatar ao Senado e ela percebe que não faz parte da imagem de família perfeita que ele pretende exibir com a nova esposa e a enteada. Mas ela não se deixa abalar, ainda mais depois de ser convidada para ser modelo.

Já Aria estava muito bem até que seu namorado toma uma decisão que ela não pode interferir e só agüentar.

Com muitas intrigas e confusões esse foi mais um dos adoráveis e envolventes livros da serie Pretty Little LIars. Com a mesma narrativa envolvente dos outros, na capa temos a nossa perfeita Spencer. E como sempre continuo recomendando a serie a todos. E que chegue logo o próximo porque a curiosidade está me matando!

Resenhado por [Luana Beltramini Vilela]

320 páginas, Editora Rocco, publicado em ano 2013
*Título Original: Twisted.
Tradução: Fal Azevedo 

Nota do resenhista: [rating=3] Se no primeiro livro, ter coragem era saltar do trem em movimento, agora eles precisarão de muito mais para ir até o final dos trilhos e descobrir um mundo além das facções.




   Tempo:  Um final de semana.

   Finalidade:  Para ficar arrepiada com o grande final.

   Restrição:  Para quem é muito ansioso.

   Princípios ativos:  Distopias, romance, ação, aventura.



Convergente, de Veronica Roth.

Depois de revelar um grande segredo sobre as facções, Tris está decidida a ir até o final e descobrir tudo que está por trás da sua sociedade e da sua divergência. Mesmo que isso signifique deixar a segurança do mundo que ela conhece e descobrir o que existe além da linha do trem. Finalmente todas as nossas perguntas serão respondidas, e muitas outras surgirão ao longo da leitura. Veronica conseguiu desmontar tudo que sabíamos sobre a sua Chicago futurística, para que, junto com Tobias e Tris pudéssemos montar as peças de um novo quebra-cabeça.

O grande barato do livro é que a narração não é mais uma exclusividade da Tris, ela divide com Tobias a responsabilidade. Os dois se revezam e é possível ter um outro ponto de vista, o que fez toda a diferença, principalmente por eu não ter muita afeição pela divergente loirinha. E o romance dos dois, que pra mim continua sem química nenhuma, tem a quantidade certa de atenção, não é nem deixado de lado, mas também não é o foco da narração. O que é ótimo, quando há muita ação rolando. E sim, o livro é bastante movimentado, e confesso que em certas partes meu coração acelerou.

Novamente, o livro perde pontos com a repetição, questões que já havíamos entendido, continuam a ser repetidas de novo e de novo, deixando outras que podiam ter sido melhor abordadas de lado. E algumas cenas ficaram apelativas demais, drama desnecessário, principalmente na parte final do livro. Mas como um todo, ele é uma evolução perto de Insurgente, por isso a série recupera uma estrelinha e tem a minha recomendação, embora fique muito atrás de séries despóticas como Feios e Jogos Vorazes.

 Resenhado por Mariana Arantes

526 páginas, Editora Rocco, publicado em 2014.
*Título Original: Allegiant.
Tradução: Lucas Peterson

Nota do resenhista: [rating=2] Quando o mundo como você o conhece está desmoronando, suas escolhas podem te salvar, ou te destruir.




   Tempo:  Alguns dias.

   Finalidade:  Para se distrair.

   Restrição:  Quem não curte trilogias.

   Princípios ativos:  Distopias, romance, ação, aventura.



Insurgente, de Veronica Roth

O mundo como a Tris conhecia não existe mais. E ela precisa aprender a lidar com as novas emoções que estão por vir, ao mesmo tempo em que ainda está sofrendo com as consequências dos ocorridos no final de Divergente. As facções estão em declínio, e é difícil saber em quem confiar ou no que acreditar.

Nesse segundo livro temos a oportunidade de conhecer melhor sobre a Chicago futurista da Veronica Roth e o que significam as facções, o livro começa com a Tris chegando à amizade, o que já nos dá um panorama de uma facção que não conhecíamos muito. E conforme a Tris tenta juntar as peças do quebra-cabeça para conseguir entender o que realmente está por trás das simulações, e o que realmente significa ser uma Divergente, mais a gente percebe que muitas peças ainda estão faltando e mais queremos descobrir sobre os planos de JeanineMathews. Esse é um clássico livro de passagem entre o primeiro e o último volume.

Se eu já não simpatizava com a Tris no primeiro livro, em Insurgente ela conseguiu ficar mais insuportável ainda. A narrativa é lenta, com muitas repetições, questão que poderiam ter sido facilmente resolvidas, são arrastadas e outras que poderiam ter sido mais bem desenvolvidas, acabam ficando em segundo plano. A narração em primeira pessoa empobrece o livro, já que a Tris parece estar sempre atrás dos outros personagens, muitas vezes sendo ingênua demais. O romance dela com o Quatro continua sendo forçado e sem química nenhuma, apesar dele ganhar mais destaque nesse livro e termos a chance de conhecer mais sobre ele.

E mesmo o final, que deixou muitos boquiabertos, não achei tão imprevisível assim. Acho que ela deixou muitas questões abertas para o próximo livro, que já podiam ter sido resolvidas.

Resenhado por Mariana Arantes

512 páginas, Editora Rocco, publicado em 2013.
*Título Original: Insurgent
Tradução: Lucas Peterson

Nota do resenhista: [rating=3] Quando a sua personalidade define o seu futuro, ser diferente pode custar a sua vida.




   Tempo:  Um final de semana.

   Finalidade:  Para curtir um mundo pós-apocalíptico.

   Restrição:  Para quem se irrita facilmente com protagonistas.

   Princípios ativos:  Distopias, romance, ação, aventura.



Divergente, de Veronica Roth

Em um futuro pós-apocalíptico, a sociedade, ao tentar entender o que a levou à destruição, acaba por se dividir. Uma parte acredita que foi o egoísmo o culpado, as pessoas deveriam então, se libertar de bens materiais e sentimentos que não fossem totalmente altruístas. Outros acreditam que a culpa foi da falta de união entre as pessoas e que todas as decisões devem ser sempre tomadas em conjunto. Há ainda os que culpam a falta de honestidade, pregando que os homens devem ser sempre extremamente honestos. Há aqueles que culpam a falta de coragem e o medo de correr riscos pelo fracasso da humanidade. E por fim, há aqueles que acreditam que o fim se deu pela ignorância humana, e pregam que os homens devem ter sempre sede de conhecimento. Criam-se, assim, as cinco facções que dividem o mundo, são elas, respectivamente, Erudição, Amizade, Franqueza, Audácia e Erudição.

Nesse novo mundo, quando os jovens completam dezesseis anos, eles passam por um processo onde serão obrigados a escolherem a facção onde passarão o resto de suas vidas. Se optarem pela facção de origem, não mudará muito em suas vidas, mas se optarem por um diferente, devem deixar tudo para trás, incluindo família e amigos, e começarem uma nova vida do zero. Como parte do processo, os jovens passam por um simulador, que serve como teste de vocacional, apontando as principais qualidades e os principais defeitos de cada um, para auxiliá-los na decisão.

A protagonista, Beatrice, nasceu e cresceu na Abnegação, mas não tem tanta certeza se é lá que quer permanecer. O problema é que ela também não sabe pra onde quer ir, nem se vai ter coragem de abandonar seus pais e seu irmão, que também está passando pela iniciação. E o teste, que deveria ajuda-la, só piora a situação. Isso porque ele não aponta uma, mas várias direções para a jovem. E mais do que deixa-la confusa, o resultado um alvoroço no laboratório e seu teste é apagado dos sistemas, deixando Beatrice sem entender nada.

Na hora da cerimonia, a decisão da garota surpreende a todos, inclusive ela mesma. Um outro mundo, um outro nome, uma nova vida. Há muito que ela ainda precisa descobrir, ela vai aprender o que realmente significa ser corajosa, ter amigos, ser inteligente, altruísta e sincera. E no meio de tantas descobertas e aprendizado, ela ainda irá viver uma grande paixão, com um cara misterioso, que parece estar tentando protege-la de um perigo que ela nem imagina que está correndo.

E é justamente onde o livro mais pecou, o romance entre Beatrice e Quatro, é forçado e sem química. Tudo acontece muito rápido, sem espaço para nos afeiçoarmos aos personagens e comprarmos o casal. Eles ganham intimidade muito rapidamente e os poucos conflitos entre os dois são resolvidos mais rapidamente ainda. Melação de mais, emoção de menos.

A narrativa é lenta e enrolada, perde-se muito tempo em cenas que poderiam ter sido mais rápido, alguns assuntos são tratados exaustivamente, enquanto as grandes questões do livro se resolvem de uma vez ao final, quando você já se cansou de esperar, e mais ainda, já deduziu a solução, a autora poderia ter dividido melhor as respostas dos mistérios pelo livro. Os personagens são, em geral, chatos e enjoados, principalmente os protagonistas. Não consegui sentir a mínima empatia pela Beatrice, e os dramas dela me pareciam enfadonhos, e eu não conseguia sentir empatia por ela.

A autora ganha pontos pela criatividade, não caia no erro de achar que se trata de uma cópia de Jogos Vorazes, embora para mim, as facções mais se assemelham as casas de Hogwarts do que ao romance de Suzanne Collins.  As descrições são bem feitas e o livro é divertido, e pode ser lido em um único final de semana. Ela também consegue deixar um bom link para o próximo livro da série, Insurgente, então mais pontos positivos. No balanço geral, três estrelas para Divergente.

Resenhado por Mariana Arantes

504 páginas, Editora Rocco, publicado em 2012.
*Título Original: Divergent.
Tradução: Lucas Peterson

Nota do resenhista[rating=5]Depois de vinganças e estratégias, resta agora arcar com as consequências, sejam elas boas ou más. Mary, Lillia e Kat irão conseguir vencer essa etapa? Será que desistiram de se vingar dos que lhe fizeram algum mal? A vingança é como veneno que arde sem sentir. Não perca essa continuação de tirar o folego.




   Tempo: De um a dois dias no final de semana, ou durante os tempos livres.

   Finalidade: Ler e se divertir

   Restrição: Não gosta de livros com uma linguagem simples, nem do cotidiano adolescente.

   Princípios ativos: vingança, consciência, amizade, pacto e mistério


Dente por dente, de Jenny Han & Shioban Vivian

OBS: Contém spoilers do primeiro livro, caso ainda não o leu e não gosta de spoilers, não leia.

Em “Dente por Dente”, as aventuras e vinganças das três garotas compactuadas continuam. No primeiro livro, elas estão determinadas a fazer o que for possível e o impossível para dar uma lição naquelas pessoas que as humilharam ou fizeram algum mal. Agora no segundo livro da série, elas ainda continuam com essa linha de pensamento, porém com uma pitadinha de peso na consciência, afinal, elas ainda são seres humanos. Mas realmente elas são quem elas dizem? O pacto de amizade e segredos estão mesmo firmes? Pode ser que alguma delas não seja quem realmente diz, ou simplesmente se transforme em outra pessoa.

O plano da tríplice aliança feita pelas amigas saiu tão errado quanto um tiro que sai pela culatra. As consequências foram tão horríveis, que até pessoas não envolvidas acabaram se machucando: de um incêndio até um dos alvos saiu com a perna quebrada. Depois dos acidentes, ninguém mais foi o mesmo, principalmente as meninas. O pior ainda é que acontece algo super estranho e inexplicável com uma delas, que ninguém entendeu, apesar da notícia local ter “acobertado” com uma notícia plausível. Na continuação, elas irão enfrentar tudo que aconteceu ou acontecerá.

Nesse segundo livro, Lillia tem um destaque maior do que o primeiro, acho que por ser uma das personagens que mais cativou e mudou. Mary e Kat continuam na média, mas tem algo interessante que no primeiro não foi explorado: a tia da Mary, o que eu achei bem interessante. O desenvolvimento da história nesse segundo volume foi melhor, porque as autoras já tinham nos apresentado todo o enredo no primeiro, o que facilitou o aprofundamento e a relação leitor-personagens. Assim como no primeiro, continua uma leitura leve, porém um pouquinho mais “complexa”, devido a certas partes muito tensas que ocorrem no decorrer da leitura. As autoras ainda continuam com o trabalho maravilhoso de escrever em dupla, sem deixar transparecer a escrita individual. O ponto de vista das personagens ainda continua sendo em primeira pessoa, como se fosse um “diário” narrado no presente. A leitura é super recomendada pra quem leu o volume um.

Resenhado por [Jânio Almeida].

510 páginas, Editora Novo Conceito, publicado em ano 2013.
*Título Original: Fire with Fire.


Arena dos Livros

Nota do resenhista[rating=5] Will achou que estava mergulhando para sua morte. Mas seu papel nessa história ainda não acabou. Ao descobrir que existe ainda muita coisa a ser descoberta bem mais fundo na Terra, ele e seus amigos enfrentam novos perigos. Além da sua irmã nojenta, que não parece desistir de caçá-lo.



   Tempo: para ler em uma semana.

   Finalidade: para ficar na ponta da cadeira.

   Restrição: para quem não gosta de muitos detalhes e descrições.

   Princípios ativos: Mistério, Escavações, Subterrâneo, Aventura, Ficção.


Vertigens, de Roderick Gordon e Brian Williams.

Will ainda não acredita no que aconteceu. Ele e Chester encontram Elliot, que está bastante machucada. Após dar adeus ao seu irmão, eles acabam encontrando outra fugitiva: Martha, que os ajuda e os leva para a cabana onde vive. Lá, ela cuida de Elliot, mas teme que a menina não sobreviva. Will ainda não esqueceu o Dominion e o plano das gêmeas de acabar com as pessoas na Crosta. Enquanto isso. Dr. Burrows encontra as gêmeas e descobre uma parte da história toda. Na Crosta, a sra. Burrows se empenha em descobrir o paradeiro do marido e dos filhos. Ela acaba tendo ajuda de Drake. De volta ao Dr. Burrows, ele encontra Will, ao mesmo tempo em que o menino descobre que foi novamente enganado pelas gêmeas. Forçado a se separar de Chester, Martha e Elliot, ele e o pai conseguem voltar pra Crosta e explicam toda a verdade para a sra. Burrows. Novas despedidas, torturas piores, um passado descoberto e, enfim, o castigo merecido deixam Will viver um tempo de repouso. Mas nada está tão calmo quanto parece.

Depois de Profundezas, eu fiquei louca para ler Vertigens. Logo pela capa, dá para perceber que o que eu esperava que acontecesse não acontece realmente. Mesmo assim, eu fui logo ler, ainda sem acreditar no final do livro anterior. Depois de me acostumar com a situação, comecei a apreciar a leitura. Uma coisa que me irritou na história foi o fanatismo do Dr. Burrows em receber os créditos por todas as descobertas que hava feito. Torci muito para ele levar farelo, principalmente quando ele não acreditava que os Styx eram uma ameaça verdadeira, sempre perdido em devaneios. De resto, eu gostei. Fiquei meio confusa com o final, porque mesmo sabendo que a calmaria não iria durar (já que ainda tenho 3 livros pra ler da série), eu não imaginava que mais algum problema poderia acontecer. Simples engano. Totalmente recomendo.

 

 

Resenhado por Natallie Alcantara.

 

588 páginas, Editora Rocco Jovens Leitores, publicado em 2012.

*Título original: Freefall.

*Tradução: Ryta Vinagre.

Nota do resenhista: [rating=5] Os grandes clássicos estão aí para serem lidos. Apesar da grande variedade literária que existe hoje em dia, sempre podemos nos voltar para aqueles grandes livros e tirarmos lições deles. Principalmente, podemos aprender com seus personagens. Lizzy Bennet e Jane Eyre são algumas heroínas que podem nos ensinar a ser nós mesmas, não importa a adversidade que enfrentarmos.



   Tempo:  Para ler de um tiro só no final de semana.

   Finalidade:  Para refletir.

   Restrição:  Para quem não gosta de clássicos.

   Princípios ativos:  Clássicos, romances, heroínas, autoras, lições de vida



Lições de vida das grandes heroínas da literatura, de Erin Blakemore.

Lizzy Bennet, Janie Crawford, Anne Shirley, Celie, Francie Nolan, Claudine, Scarlett O’Hara, Scout Finch, Laura Ingalls, Jane Eyre, Jo March, Mary Lennox. O que todas essas heroínas têm em comum? Além do fato de serem heroínas literárias, são personagens quem tem muito a nos ensinar, através de suas fraquezas, problemas, angústias, felicidades e escolhas. Cada uma delas,de alguma forma, espelhando as vidas de suas respectivas autoras.

Erin Blakemore utiliza as vidas das autoras e suas personagens para nos servir de inspiração e modelos femininos de conduta e sentimento frente as adversidades da vida. Através da vida de cada uma destas heroínas literárias, as mulheres atuais podem se inspirar e valorizar suas famílias e personalidades. Um livro muito indicado, não só porque mostra a vida das escritoras, mas porque mostra a força e as lições que ainda hoje podem ser tiradas dos clássicos.

Resenhado por Natallie Alcantara

205 páginas, Editora Casa da Palavra, publicado em 2012.
*Título original: The heroines’s bookshelf.

Nota do resenhista: [rating=2] Comprei esse livro na bienal RJ em 2013 pois o título me chamou muito a atenção e era um dos lançamentos da editora. Como só tinha ligo 50 tons de cinza, que segue essa linha Hot, resolvi dar uma chance a outro livro. Quando vi que o leitor é quem decide o destino da personagem me interessei mais ainda.



   Tempo:  Para ler em menos de um dia.

   Finalidade:  Para quem gosta de livros Hot.

   Restrição:  Para quem não gosta de de livros Hot.

   Princípios ativos: Erotismo.



Quando uma garota entra em um bar, de Helena S. Paige.

Comprei esse livro na Bienal do Rio de Janeiro2013. O titulo e a capa me chamaram atenção, mas de cara não imaginei que fosse erótico (sim, é erótico ), mas é um erótico muito suave ,simples – nada de 50 tons de cinza.

O livro é legal, pois você decide o que vai acontecer com a personagem, cada decisão leva a um caminho diferente, o que faz com que o leitor leia todo o livro e releia fazendo outros caminhos, o que o diferencia da maioria dos livros – E só isso é legal! Uma leitura fácil, rápida e nada de muito ofegante.

É narrado como se fosse a própria personagem contando, porém não tem nome e muito menos idade. Na maioria dos momentos o texto se refere ao leitor – o que o traz para o livro, no entanto uma tentativa meio fraca de fazer o leitor sentir o que a personagem sente. Curiosa de carteirinha, fiz os caminhos que sabia que iam ser mais “calientes”, me decepcionando por não ser tão “ caliente” assim. Não entregarei quotes pois isso pode entregar o futuro da história.

Livros eróticos não fazem meu estilo, mas não encontrei nada diferente nesse livro. Coisas normais no sexo quando estamos dispostos a viver experiências selvagens. Nada pesado, somente a curiosidade é decidir o que vai acontecer com a personagem. Li ele em menos de 2 horas fazendo todos os caminhos, o que me mostrou ser uma leitura super rápida. Não sei se recomendo, mas é ótimo para quem quer sair da rotina literária.

Resenhado por [Mariana Bittencourt]

238 páginas, Editora Novo Conceito, publicado em ano 2013.
*Título Original: A girls walks into a bar
Tradução: Robson Falchetti Peixoto

Nota do resenhista: [rating=5] A busca de Will por seu pai continua. Junto a Chester e Cal, ele agora se encontra na Grande Planície, onde o maior desafio é ficar vivo. Os Styx ainda estão na sua cola, e agora conseguiram uma aliada implacável. Mas os meninos também conseguem ajuda, e quando acham que conseguiram escapar, a odiosa irmã de Will traz uma surpresa desagradável….




   Tempo:  Para ler em uma emana.

   Finalidade:  Para ficar na ponta da cadeira.

   Restrição:  Para quem não gosta de muitos detalhes e descrições.

   Princípios ativos: Mistério, Escavações, Subterrâneo, Aventura, Ficção.



Profundezas, de Roderick Gordon e Brian Williams.

O livro começa, diferentemente de como se poderia imaginar, mostrando Sarah Jerome, uma fugitiva da Colônia. Mas logo voltamos a Cal, Chester e Will no trem dos mineradores, em direção às profundezas, mas especificamente, em direção ao Desterro, Will com a idéia fixa de que ainda pode encontrar Dr. Burrows, seu pai, vivo. Aliás, ele reaparece, fazendo anotações sobre tudo que encontra pela frente, delirando (praticamente) com o esperado reconhecimento científico pelas suas descobertas. Voltando a superfície, damos de cara com a Sra. Burrows e o que ela anda fazendo durante seu período de internação. O tempo corre, já fazem meses que sua família foi separada, e ela não faz idéia do que aconteceu com todos. Voltando aos meninos, eles ainda lutam para fugir dos Styx e acabam encontrando ajuda pelo caminho na forma de Drake e Elliot. As coisas não andavam bem entre Chester e Cal, e agora o relacionamento entre Will e seu amigo também começa a piorar. Mas a reviravolta na história está ainda para acontecer, quando Will descobre mais sobre sua suposta irmã Rebecca. O que acontece depois ninguém poderia prever.

Se você gostou do primeiro livro dessa série, vai adorar esse. Surpresas do início ao fim. Muito mais detalhes e descrições, muitas aventuras e um final de tirar o fôlego (e de fazer chorar também). Confesso que fiquei meio perdida com as muitas descrições, as quais sou péssima pra imaginar (vou deixar por conta do filme me ajudar a visualizar os locais, o qual vai acontecer, se Deus quiser, se o primeiro filme fizer sucesso, o que vai acontecer, se Deus quiser). E também fiquei surpresa com a reviravolta no final. Na verdade fiquei louca com aquele final. Eu cometi a grande besteira de ler algumas páginas do final do livro antes e me conformei, depois da surpresa. Mas eu não sabia o que vinha antes dessas páginas… Algo que eu sequer imaginava. E ainda não me conformo, mesmo já estando lendo o terceiro e vendo que aquilo aconteceu mesmo. Enfim. Como o primeiro livro, eu totalmente recomendo.

Resenhado por Natallie Alcantara

689 páginas, Editora Rocco Jovens Leitores, publicado em 2009.
*Título original: Deeper.
*Tradução: Ryta Vinagre.

Nota do resenhista: [rating=5] Quem disse que os livros não têm nada para nos ensinar está completamente enganado. Mesmo livros de escritores mortos há séculos. Suas lições estão lá, basta ler com atenção. Por isso sou fã de Jane Austen: seus romances me ensinam muito, até hoje. Querem saber o que? Leiam esse relato.




   Tempo:  Para ler de um tiro só no final de semana.

   Finalidade:  Para se divertir e refletir.

   Restrição:  Para quem não gosta de Jane Austen.

   Princípios ativos: Jane Austen, romances, obras, lições, Experiências.



Aprendi com Jane Austen: como seis romances me ensinaram sobre amor, amizade e as coisas que realmente importam, de William Deresiewicz.

 Aos 26 anos, William Deresiewicz conheceu Jane Austen, por acaso. Ele nunca havia sequer cogitado a idéia de ler qualquer obra que fosse da autora, mas quando aconteceu, ele não parou mais. William estava escrevendo sua especialização, ainda vivendo com o pai, quando travou o primeiro contato com a autora. E o resultado foi, segundo ele mesmo, surpreendente. No inicio, o “relacionamento” era puro desconfiômetro, mas a medida que a leitura foi evoluindo, o autor percebeu que podia aprender muito com Jane Austen. Ao mesmo tempo em que ele narra momentos marcantes de sua vida, como a saída da casa do pai, William vai descrevendo cada obra de Austen, observando que os livros dela ensinavam a lidar com as pessoas ao seu redor e ensinando o que realmente valia a pena aprender. Cada lição de vida que ele encontrava nos romances é pontuada por experiências próprias. Com Emma, ele aprende uma nova forma de encarar o cotidiano. Orgulho e Preconceito, bastante detalhado, fez o autor reavaliar certas concepções, a leitura de A abadia de Northanger ocorre ao mesmo tempo em que ele descreve o relacionamento com seu nada convencional orientador. Mansfield Park o ensina a importância de ser autêntico. Persuasão o ensina a ver onde estão os amigos verdadeiros e Razão e Sensibilidade o ajuda a encontrar o amor verdadeiro.

Esse livro vale muuuito a pena. Como o autor (quando conheceu com Jane Austen), eu estava desconfiada em relação a ele, achando que era mais um relato de fã. Longe disso. Apesar de William ter se tornado fã de Austen, o livro começa falando que ela começou a ler suas obras por pura e simples obrigação. Só esse início já vale a pena, porque me mostrou o quanto nós nos enganamos ao ler algo novo já com “quatro pedras na mão”. A continuidade da leitura dos romances foi ensinando a ele novas percepções de vida, e a mim também. Através de suas observações, eu percebi coisas que antes me passaram despercebidas, apesar de já ter lido os romances várias vezes. Seu encantamento com Jane Austen fica visível na descrição de Mansfield Park, talvez o livro que mais o tenha ensinado (a mim também). Com cada livro, personagem e situação, ele aprende lições de vida importantes. Porque a autora aborda temas que sempre terão relevância para nós, este livro é totalmente indicado aos fãs, e principalmente aos não-fãs, de Jane Austen

Resenhado por Natallie Alcantara

254 páginas, Editora Rocco, publicado em 2011.
*Título original: A Jane Austen education: how six novels taught me about love, friendship and the things that really matter.
Tradutor: André Pereira da Costa.

 

Nota do resenhista: [rating=5] Depois de muito tempo de sufoco, perseguição, mentiras, perigos e vidas destruídas, Aria, Spencer, Emily e Hanna conseguiram, enfim, encontrar um pouco de paz. Sem A para atormentá-las e tendo sobrevivido a um grande perigo, as amigas agora querem mais é descansar e aproveitar a vida.




   Tempo:  Para ler de um tiro só no final de semana.

   Finalidade:  Para aprender a tomar cuidado com segredos.

   Restrição:  Para quem não gosta de mistérios e dramas adolescentes

   Princípios ativos:  Mistério, Drama, Adolescente, Segredos, Tragédias.



Traiçoeiras, de Sara Shepard.

E nada melhor do que férias com amigos em um incrível resort na Jamaica, certo? É, talvez não para essas meninas. Apesar de todo o mistério do caso Alison DiLaurentis estar resolvido, as quatro vão descobrir que alguns assuntos não morrem facilmente – principalmente se alguém não quer que elas esqueçam.

Dez meses depois das férias, as quatro meninas não são mais amigas. De novo. Tudo porque, nas férias, Emily encontrou uma menina loura, de olhos azuis e muitas cicatrizes… Estranhamente parecida com Ali. E esse encontro aparentemente casual vai trazer de volta aquilo que elas mais temiam: a possibilidade de seus segredos mais obscuros serem revelados e arruinarem seus futuros.

Spencer conseguiu entrar na universidade que queria e não podia estar mais satisfeita, principalmente depois de tudo que passou. E tudo ia bem até a mãe anunciar que tem um namorado e pretende deixar as coisas ainda mais sérias. Rico e arrogante, Nicholas Pennythistle tem dois filhos.

Emily está em mais uma encrenca. Depois de abandonar a natação e arruinar suas chances de uma bolsa esportiva universitária, tudo que ela mais quer é uma nova oportunidade. E é quando conhece Chloe e seu pai, que podem ser seu futuro ou a encrencar ainda mais…

O pai de Hanna decide se candidatar ao Senado e ela percebe que não faz parte da imagem de família perfeita que ele pretende exibir com a nova esposa e a enteada. Mas ela não se deixa abalar, ainda mais depois de ser convidada para ser modelo.

Já Aria estava muito bem até que seu namorado toma uma decisão que ela não pode interferir e só agüentar.

Com muitas intrigas e confusões esse foi mais um dos adoráveis e envolventes livros da serie Pretty Little LIars. Com a mesma narrativa envolvente dos outros, na capa temos a nossa perfeita Spencer. E como sempre continuo recomendando a serie a todos. E que chegue logo o próximo porque a curiosidade está me matando!

Resenhado por [Luana Beltramini Vilela]

320 páginas, Editora Rocco, publicado em ano 2013
*Título Original: Twisted.
Tradução: Fal Azevedo 

Nota do resenhista: [rating=3] Se no primeiro livro, ter coragem era saltar do trem em movimento, agora eles precisarão de muito mais para ir até o final dos trilhos e descobrir um mundo além das facções.




   Tempo:  Um final de semana.

   Finalidade:  Para ficar arrepiada com o grande final.

   Restrição:  Para quem é muito ansioso.

   Princípios ativos:  Distopias, romance, ação, aventura.



Convergente, de Veronica Roth.

Depois de revelar um grande segredo sobre as facções, Tris está decidida a ir até o final e descobrir tudo que está por trás da sua sociedade e da sua divergência. Mesmo que isso signifique deixar a segurança do mundo que ela conhece e descobrir o que existe além da linha do trem. Finalmente todas as nossas perguntas serão respondidas, e muitas outras surgirão ao longo da leitura. Veronica conseguiu desmontar tudo que sabíamos sobre a sua Chicago futurística, para que, junto com Tobias e Tris pudéssemos montar as peças de um novo quebra-cabeça.

O grande barato do livro é que a narração não é mais uma exclusividade da Tris, ela divide com Tobias a responsabilidade. Os dois se revezam e é possível ter um outro ponto de vista, o que fez toda a diferença, principalmente por eu não ter muita afeição pela divergente loirinha. E o romance dos dois, que pra mim continua sem química nenhuma, tem a quantidade certa de atenção, não é nem deixado de lado, mas também não é o foco da narração. O que é ótimo, quando há muita ação rolando. E sim, o livro é bastante movimentado, e confesso que em certas partes meu coração acelerou.

Novamente, o livro perde pontos com a repetição, questões que já havíamos entendido, continuam a ser repetidas de novo e de novo, deixando outras que podiam ter sido melhor abordadas de lado. E algumas cenas ficaram apelativas demais, drama desnecessário, principalmente na parte final do livro. Mas como um todo, ele é uma evolução perto de Insurgente, por isso a série recupera uma estrelinha e tem a minha recomendação, embora fique muito atrás de séries despóticas como Feios e Jogos Vorazes.

 Resenhado por Mariana Arantes

526 páginas, Editora Rocco, publicado em 2014.
*Título Original: Allegiant.
Tradução: Lucas Peterson

Nota do resenhista: [rating=2] Quando o mundo como você o conhece está desmoronando, suas escolhas podem te salvar, ou te destruir.




   Tempo:  Alguns dias.

   Finalidade:  Para se distrair.

   Restrição:  Quem não curte trilogias.

   Princípios ativos:  Distopias, romance, ação, aventura.



Insurgente, de Veronica Roth

O mundo como a Tris conhecia não existe mais. E ela precisa aprender a lidar com as novas emoções que estão por vir, ao mesmo tempo em que ainda está sofrendo com as consequências dos ocorridos no final de Divergente. As facções estão em declínio, e é difícil saber em quem confiar ou no que acreditar.

Nesse segundo livro temos a oportunidade de conhecer melhor sobre a Chicago futurista da Veronica Roth e o que significam as facções, o livro começa com a Tris chegando à amizade, o que já nos dá um panorama de uma facção que não conhecíamos muito. E conforme a Tris tenta juntar as peças do quebra-cabeça para conseguir entender o que realmente está por trás das simulações, e o que realmente significa ser uma Divergente, mais a gente percebe que muitas peças ainda estão faltando e mais queremos descobrir sobre os planos de JeanineMathews. Esse é um clássico livro de passagem entre o primeiro e o último volume.

Se eu já não simpatizava com a Tris no primeiro livro, em Insurgente ela conseguiu ficar mais insuportável ainda. A narrativa é lenta, com muitas repetições, questão que poderiam ter sido facilmente resolvidas, são arrastadas e outras que poderiam ter sido mais bem desenvolvidas, acabam ficando em segundo plano. A narração em primeira pessoa empobrece o livro, já que a Tris parece estar sempre atrás dos outros personagens, muitas vezes sendo ingênua demais. O romance dela com o Quatro continua sendo forçado e sem química nenhuma, apesar dele ganhar mais destaque nesse livro e termos a chance de conhecer mais sobre ele.

E mesmo o final, que deixou muitos boquiabertos, não achei tão imprevisível assim. Acho que ela deixou muitas questões abertas para o próximo livro, que já podiam ter sido resolvidas.

Resenhado por Mariana Arantes

512 páginas, Editora Rocco, publicado em 2013.
*Título Original: Insurgent
Tradução: Lucas Peterson

Nota do resenhista: [rating=3] Quando a sua personalidade define o seu futuro, ser diferente pode custar a sua vida.




   Tempo:  Um final de semana.

   Finalidade:  Para curtir um mundo pós-apocalíptico.

   Restrição:  Para quem se irrita facilmente com protagonistas.

   Princípios ativos:  Distopias, romance, ação, aventura.



Divergente, de Veronica Roth

Em um futuro pós-apocalíptico, a sociedade, ao tentar entender o que a levou à destruição, acaba por se dividir. Uma parte acredita que foi o egoísmo o culpado, as pessoas deveriam então, se libertar de bens materiais e sentimentos que não fossem totalmente altruístas. Outros acreditam que a culpa foi da falta de união entre as pessoas e que todas as decisões devem ser sempre tomadas em conjunto. Há ainda os que culpam a falta de honestidade, pregando que os homens devem ser sempre extremamente honestos. Há aqueles que culpam a falta de coragem e o medo de correr riscos pelo fracasso da humanidade. E por fim, há aqueles que acreditam que o fim se deu pela ignorância humana, e pregam que os homens devem ter sempre sede de conhecimento. Criam-se, assim, as cinco facções que dividem o mundo, são elas, respectivamente, Erudição, Amizade, Franqueza, Audácia e Erudição.

Nesse novo mundo, quando os jovens completam dezesseis anos, eles passam por um processo onde serão obrigados a escolherem a facção onde passarão o resto de suas vidas. Se optarem pela facção de origem, não mudará muito em suas vidas, mas se optarem por um diferente, devem deixar tudo para trás, incluindo família e amigos, e começarem uma nova vida do zero. Como parte do processo, os jovens passam por um simulador, que serve como teste de vocacional, apontando as principais qualidades e os principais defeitos de cada um, para auxiliá-los na decisão.

A protagonista, Beatrice, nasceu e cresceu na Abnegação, mas não tem tanta certeza se é lá que quer permanecer. O problema é que ela também não sabe pra onde quer ir, nem se vai ter coragem de abandonar seus pais e seu irmão, que também está passando pela iniciação. E o teste, que deveria ajuda-la, só piora a situação. Isso porque ele não aponta uma, mas várias direções para a jovem. E mais do que deixa-la confusa, o resultado um alvoroço no laboratório e seu teste é apagado dos sistemas, deixando Beatrice sem entender nada.

Na hora da cerimonia, a decisão da garota surpreende a todos, inclusive ela mesma. Um outro mundo, um outro nome, uma nova vida. Há muito que ela ainda precisa descobrir, ela vai aprender o que realmente significa ser corajosa, ter amigos, ser inteligente, altruísta e sincera. E no meio de tantas descobertas e aprendizado, ela ainda irá viver uma grande paixão, com um cara misterioso, que parece estar tentando protege-la de um perigo que ela nem imagina que está correndo.

E é justamente onde o livro mais pecou, o romance entre Beatrice e Quatro, é forçado e sem química. Tudo acontece muito rápido, sem espaço para nos afeiçoarmos aos personagens e comprarmos o casal. Eles ganham intimidade muito rapidamente e os poucos conflitos entre os dois são resolvidos mais rapidamente ainda. Melação de mais, emoção de menos.

A narrativa é lenta e enrolada, perde-se muito tempo em cenas que poderiam ter sido mais rápido, alguns assuntos são tratados exaustivamente, enquanto as grandes questões do livro se resolvem de uma vez ao final, quando você já se cansou de esperar, e mais ainda, já deduziu a solução, a autora poderia ter dividido melhor as respostas dos mistérios pelo livro. Os personagens são, em geral, chatos e enjoados, principalmente os protagonistas. Não consegui sentir a mínima empatia pela Beatrice, e os dramas dela me pareciam enfadonhos, e eu não conseguia sentir empatia por ela.

A autora ganha pontos pela criatividade, não caia no erro de achar que se trata de uma cópia de Jogos Vorazes, embora para mim, as facções mais se assemelham as casas de Hogwarts do que ao romance de Suzanne Collins.  As descrições são bem feitas e o livro é divertido, e pode ser lido em um único final de semana. Ela também consegue deixar um bom link para o próximo livro da série, Insurgente, então mais pontos positivos. No balanço geral, três estrelas para Divergente.

Resenhado por Mariana Arantes

504 páginas, Editora Rocco, publicado em 2012.
*Título Original: Divergent.
Tradução: Lucas Peterson

Nota do resenhista[rating=5]Depois de vinganças e estratégias, resta agora arcar com as consequências, sejam elas boas ou más. Mary, Lillia e Kat irão conseguir vencer essa etapa? Será que desistiram de se vingar dos que lhe fizeram algum mal? A vingança é como veneno que arde sem sentir. Não perca essa continuação de tirar o folego.




   Tempo: De um a dois dias no final de semana, ou durante os tempos livres.

   Finalidade: Ler e se divertir

   Restrição: Não gosta de livros com uma linguagem simples, nem do cotidiano adolescente.

   Princípios ativos: vingança, consciência, amizade, pacto e mistério


Dente por dente, de Jenny Han & Shioban Vivian

OBS: Contém spoilers do primeiro livro, caso ainda não o leu e não gosta de spoilers, não leia.

Em “Dente por Dente”, as aventuras e vinganças das três garotas compactuadas continuam. No primeiro livro, elas estão determinadas a fazer o que for possível e o impossível para dar uma lição naquelas pessoas que as humilharam ou fizeram algum mal. Agora no segundo livro da série, elas ainda continuam com essa linha de pensamento, porém com uma pitadinha de peso na consciência, afinal, elas ainda são seres humanos. Mas realmente elas são quem elas dizem? O pacto de amizade e segredos estão mesmo firmes? Pode ser que alguma delas não seja quem realmente diz, ou simplesmente se transforme em outra pessoa.

O plano da tríplice aliança feita pelas amigas saiu tão errado quanto um tiro que sai pela culatra. As consequências foram tão horríveis, que até pessoas não envolvidas acabaram se machucando: de um incêndio até um dos alvos saiu com a perna quebrada. Depois dos acidentes, ninguém mais foi o mesmo, principalmente as meninas. O pior ainda é que acontece algo super estranho e inexplicável com uma delas, que ninguém entendeu, apesar da notícia local ter “acobertado” com uma notícia plausível. Na continuação, elas irão enfrentar tudo que aconteceu ou acontecerá.

Nesse segundo livro, Lillia tem um destaque maior do que o primeiro, acho que por ser uma das personagens que mais cativou e mudou. Mary e Kat continuam na média, mas tem algo interessante que no primeiro não foi explorado: a tia da Mary, o que eu achei bem interessante. O desenvolvimento da história nesse segundo volume foi melhor, porque as autoras já tinham nos apresentado todo o enredo no primeiro, o que facilitou o aprofundamento e a relação leitor-personagens. Assim como no primeiro, continua uma leitura leve, porém um pouquinho mais “complexa”, devido a certas partes muito tensas que ocorrem no decorrer da leitura. As autoras ainda continuam com o trabalho maravilhoso de escrever em dupla, sem deixar transparecer a escrita individual. O ponto de vista das personagens ainda continua sendo em primeira pessoa, como se fosse um “diário” narrado no presente. A leitura é super recomendada pra quem leu o volume um.

Resenhado por [Jânio Almeida].

510 páginas, Editora Novo Conceito, publicado em ano 2013.
*Título Original: Fire with Fire.

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