Entrevistamos recentemente o escritor Paulo Levy, autor de Réquiem para um Assassino e Morte na Flip, dois romances policiais consagrados por várias revistas, blogs e jornais.

Revista Veja
“Fã dos detetives clássicos como o Sherlock Holmes de Arthur Conan Doyle e o Hercule Poirot de Agatha Christie, neste primeiro romance policial (Réquiem para um assassino) Paulo Levy faz jus a esses grandes modelos.”

Diário da Manhã – Goiania
“A cada cena, um suspense no ar. Esta é a sensação que, muitas vezes, transmite a leitura de um romance policial, o que transforma o gênero em um dos mais preferidos dos leitores, com novidades circulando capítulo a capítulo. É o caso da obra Réquiem para um Assassino.”

Diário do Comércio – São Paulo
“Novamente, como em Réquiem para um assassino, Levy se mostra um mestre no gênero policial, capaz de produzir entretenimento de alto nível.”
“Em Morte na Flip Levy revela toda sua envergadura de escritor policial de nível internacional”

Entrevista com Paulo Levy.
Por: Pedro Martins – Clube do Livro Potterish.

01 – Até o momento você já possui duas obras publicadas, antes disso você já tinha algum contato profissional com a área da literatura?
R: “Sim. Em 2000 abri a primeira editora de livros digitais do Brasil, a Escreva, que depois veio a se tornar Foglio, fruto de uma sociedade que formei com as editoras Objetiva e Campus. Depois disso, trabalhei por 5 anos na Objetiva. Fui responsável pela abertura do escritório da editora em São Paulo. De lá para cá, não larguei mais o meio editorial.”

02 – Ser escritor sempre foi um sonho ou tudo aconteceu inesperadamente?
R: “Foi um sonho de infância que permaneceu adormecido em mim até 2010, quando visitei Paraty e onde surgiu a ideia de criar um personagem policial.”

02 – Você tem algum gênero literário favorito? Possui algum escritor ou alguma obra os quais te inspiram?
R: “Gosto de boas histórias, de histórias bem contadas. Como estilo de texto gosto muito de Ernest Hemingway, Grahan Green e Paul Theroux.”

03 – Como escritor, você possui algum sonho?
R: “Viver dos meus livros.”

04 – Há boatos de que a sua primeira obra, “Réquiem para um Assassino”, vai ser adaptado para o cinema. Podemos esperar alguma coisa em relação a isso? Caso sim, como esta o andamento do projeto?
R: “Os boatos são verdadeiros. Fechei a adaptação dos livros com uma grande produtora de São Paulo. Estamos estudando se a adaptação será para o cinema ou uma mini-série para a TV.”

05 – Apesar de o Brasil ter muitos canais e blogs literários, esses na maioria das vezes estão sempre com o foco voltado para autores e obras estrangeiras. Se formos analisar a literatura Brasileira possuímos muitos nomes famosos, tais como Machado de Assis, Jorge Amado, dentre outros da atualidade. Em sua opinião, existe alguma razão para tal fato?
R: “Acredito que dois fatores contribuem para esse estrangeirismo na oferta de títulos nas livrarias: a grande oferta de autores best-sellers estrangeiros é bem maior que a brasileira e o preconceito do leitor brasileiro a respeito das obras escritas por autores nacionais.”

06 – Sabemos que o processo de criação de um livro é um trabalho extremamente árduo. Existe alguma dica que você possa dar á pessoas que sonham em se tornar escritores?
R: “Fixe uma rotina de produção diária. Crie metas de produção. Não existe arte sem disciplina.”

07 – Agora a pergunta que não quer calar: podemos esperar mais alguma aventura do delegado Dornelas?!
R: “Estou escrevendo o terceiro livro. Virá em 2014.”

08 – E para finalizar, você gostaria de enviar uma mensagem aos nossos leitores?
R: “Valorizem a produção literária produzida no Brasil. O mundo inteiro está de olho no que fazemos aqui. Por que nós brasileiros não fazemos o mesmo?”

Não deixem de conferir a nossa resenha sobre Réquiem para um Assassino aqui.