Nas praias paradisíacas da Grécia, o que começou como um encontro arranjado pelas avós e virou um enorme mal entendido e uma grande confusão, acabou mesmo terminando em amor. Foram muitas idas e vindas, mas no final as calças fizeram o seu trabalho.

Citação famosa: “Você é capaz de fazer com que você ame? Você é capaz de se fazer amada?”

Porque ler: É um livro muito divertido e inspirador e a história dos dois é diferente e apaixonante, você só vai ter vontade é de ir para a Grécia.

Mariana Arantes, resenhista do Clube do Livro

A Irmandade das Calças ViajantesA Irmandade das Calças Viajantes
Ann Brashares

Nada no mundo pode separá-las. Tibby, Carmen, Bridget e Lena são amigas de verdade. Companheiras, cúmplices, confidentes. E a amizade delas, ao que tudo indica, não é pura coincidência. Pode ter acontecido antes mesmo de nascerem, afinal vieram ao mundo em um intervalo de dezessete dias de diferença entre uma e outra. Não é mesmo muita coincidência?

Pela primeira vez, porém, as quatro adolescentes iriam passar o verão separadas. Carmen visitaria o pai na Carolina do Norte. Lena e a irmã ficariam duas semanas na Grécia com os avós. Bridget iria para uma colônia de férias. Tibby tinha escolhido ficar em casa mesmo e começar a trabalhar em uma farmácia. Definitivamente, este seria o verão mais longo de suas vidas.

As quatro decidiram, então, fazer um pacto, ou inventar um código, um elo que as unisse enquanto estivessem viajando. E encontraram a solução num velho jeans comprado no brechó, surrado e desbotado. Aquelas calças que eram tudibom, transformaram-se num símbolo de amizade e passaram a pertencer às amigas igualmente. Surgia, assim, a Irmandade das Calças Viajantes, com direito a cerimônia secreta, juramento e dez mandamentos básicos para o uso do jeans.

Como as Calças, cada leitor será convidado a viver etapas determinantes, momentos intensos, grandes provas, problemas, decepções, emoções, sofrimentos, descobertas, revelações, lado a lado com Tibby, Carmem, Bridget e Lena. As narrativas das quatro protagonistas se entrelaçam para descrever um verão depois do qual tudo será diferente.